Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

Dólar abre em alta e bate R$ 5,45

Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,3751, no maior patamar dede o início de maio

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Dólar abre em alta e bate R$ 5,45

O dólar abriu em alta nesta quinta-feira (19), saltando para R$ 5,45, ainda refletindo a piora da percepção de risco no Brasil.

Às 9h07, a moeda norte-americana subia 1,40%, cotada a R$ 5,4505.

Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 1,94%, a R$ 5,3751 –maior patamar desde o início de maio. Com o resultado, passou a acumular alta de 3,17% no mês. No ano, o avanço é de 3,62% ante o real.

Cenário

A maior tensão nos mercados nos últimos dias ocorre em meio ao aumento das incertezas políticas e fiscais na cena doméstica e também por renovadas preocupações com a inflação elevada e as perspectivas sobre o ritmo de recuperação da economia.

Analistas têm citado a escalada da tensão política e iniciativas do governo federal com potencial efeito negativo na trajetória da dívida pública e nos juros de longo prazo, em especial a tentativa do governo de patrocinar projetos que abrem brecha para a elevação dos gastos no ano que vem, que é de eleição presidencial.

Do lado externo, a pressão vem da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa começar em breve a reduzir seu forte estímulo monetário em breve.

Com crescentes riscos fiscais e políticos, a tendência é que o real sofra renovada pressão de alta no próximo ano, avalia Brendan McKenna, economista do Wells Fargo. Atualmente, o banco americano projeta que o dólar fechará o segundo trimestre de 2022 a R$ 5,40 e, no fim do ano que vem, alcançará o patamar de R$ 5,60.

 

 

 

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