Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Dólar abre em alta e bate R$ 5,45

Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,3751, no maior patamar dede o início de maio

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Dólar abre em alta e bate R$ 5,45

O dólar abriu em alta nesta quinta-feira (19), saltando para R$ 5,45, ainda refletindo a piora da percepção de risco no Brasil.

Às 9h07, a moeda norte-americana subia 1,40%, cotada a R$ 5,4505.

Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 1,94%, a R$ 5,3751 –maior patamar desde o início de maio. Com o resultado, passou a acumular alta de 3,17% no mês. No ano, o avanço é de 3,62% ante o real.

Cenário

A maior tensão nos mercados nos últimos dias ocorre em meio ao aumento das incertezas políticas e fiscais na cena doméstica e também por renovadas preocupações com a inflação elevada e as perspectivas sobre o ritmo de recuperação da economia.

Analistas têm citado a escalada da tensão política e iniciativas do governo federal com potencial efeito negativo na trajetória da dívida pública e nos juros de longo prazo, em especial a tentativa do governo de patrocinar projetos que abrem brecha para a elevação dos gastos no ano que vem, que é de eleição presidencial.

Do lado externo, a pressão vem da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) possa começar em breve a reduzir seu forte estímulo monetário em breve.

Com crescentes riscos fiscais e políticos, a tendência é que o real sofra renovada pressão de alta no próximo ano, avalia Brendan McKenna, economista do Wells Fargo. Atualmente, o banco americano projeta que o dólar fechará o segundo trimestre de 2022 a R$ 5,40 e, no fim do ano que vem, alcançará o patamar de R$ 5,60.

 

 

 

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