Nesta parcial de outubro (até o dia 22), os valores médios do cereal nos portos de Paranaguá (PR) e de Santos (SP) estão apenas 8,98 Reais/saca de 60 kg e 8,46 Reais/sc abaixo do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas, SP)
Indicador segue em queda, mas dólar sustenta valor no porto

As recentes desvalorizações do milho no mercado interno e as altas dos preços nos portos têm diminuído a diferença entre as cotações médias dessas regiões.
Nesta parcial de outubro (até o dia 22), os valores médios do cereal nos portos de Paranaguá (PR) e de Santos (SP) estão apenas 8,98 Reais/saca de 60 kg e 8,46 Reais/sc abaixo do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas, SP), as menores diferenças registradas nesta segunda safra.
Ressalta-se que, em julho, início da segunda temporada, a diferença entre os valores era de mais de 20 Reais/saca, com vantagem para o Indicador. Já na comparação com outubro de 2020, quando as exportações estavam aquecidas, o Indicador operava próximo de 2 Reais acima dos valores nos portos.
Leia também no Agrimídia:
- •Carne suína ganha competitividade frente à bovina e atinge melhor nível em quatro anos
- •Brasil amplia mercados na África com abertura para proteína animal na Etiópia
- •Suinocultura de MS avança com plano estratégico para impulsionar produção e competitividade
- •Avicultura e Comércio Internacional: Acordo entre Indonésia e EUA levanta alerta sobre competitividade e mercado interno
No geral, segundo colaboradores do Cepea, consumidores seguem afastados do spot nacional, sinalizando ter estoques, sobretudo para curto prazo, enquanto vendedores estão mais flexíveis nos valores, apesar de evitarem negociar grandes volumes. Já nos portos, as cotações são sustentadas pela valorização do dólar frente ao Real e pelas altas nos preços externos.





















