Por Amanda Pimenta Siqueira – Gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC
Estratégias para mitigar os riscos de ocorrência prolapsos uterinos em fêmeas suínas

O aumento do registro de prolapsos uterinos como causa de morte de fêmeas suínas é um tema atual, preocupante e que tem prejudicado a rotina nas unidades de produção.
Conhecer e identificar os fatores de risco relacionados à manifestação de prolapsos, tanto os associados à fêmea quanto os ligados ao ambiente de produção, é essencial para definir estratégias efetivas para enfrentar esse tipo de ocorrência. Confira, a seguir, orientações técnicas para controlar e mitigar os riscos de prolapsos uterinos nas unidades de produção.
Realize um bom manejo da condição corporal
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Fêmeas abaixo do peso ideal são mais susceptíveis à manifestação de prolapsos. Realizar um bom acompanhamento da condição corporal das fêmeas suínas e evitar oscilações no escore corporal do plantel são , portanto, condições básicas para reduzir os riscos desse tipo de ocorrência nas unidades de produção.
Estabeleça o gerenciamento do escore corporal como um rotina na granja e realize-o com metodologias objetivas, como Caliper. Adote medidas corretivas e restrinja para < 5% o percentual de fêmeas magras no plantel.
Reforce os cuidados com a qualidade da matéria prima
A presença de micotoxinas, em particular a combinação de zearalenona e deoxinivalenol, pode estar correlacionada a incidência de prolapsos.
Fortaleça os procedimentos e práticas que asseguraram a qualidade das matérias primas, como o uso da mesa densimétrica, a segregação de milho por qualidade na armazenagem e direcione os insumos de maior qualidade para o arraçoamento das fêmeas.
A manutenção de um bom programa de gestão para redução de micotoxinas na ração também é fundamental para diminuir esse fator de risco. O uso de adsorventes e a limpeza de silos e drops devem fazer parte da rotina deste programa.
Leia a matéria completa na edição 310 da Revista Suinocultura Industrial























