Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Conteúdo Técnico

Estratégias para mitigar os riscos de ocorrência prolapsos uterinos em fêmeas suínas

Por Amanda Pimenta Siqueira – Gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC

Compartilhar essa notícia
Estratégias para mitigar os riscos de ocorrência prolapsos uterinos em fêmeas suínas

O aumento do registro de prolapsos uterinos como causa de morte de fêmeas suínas é um tema atual, preocupante e que tem prejudicado a rotina nas unidades de produção.

Conhecer e identificar os fatores de risco relacionados à manifestação de prolapsos, tanto os associados à fêmea quanto os ligados ao ambiente de produção, é essencial para definir estratégias efetivas para enfrentar esse tipo de ocorrência. Confira, a seguir, orientações técnicas para controlar e mitigar os riscos de prolapsos uterinos nas unidades de produção. 

Realize um bom manejo da condição corporal

Fêmeas abaixo do peso ideal são mais susceptíveis à manifestação de prolapsos. Realizar um bom acompanhamento da condição corporal das fêmeas suínas e evitar oscilações no escore corporal do plantel são , portanto, condições básicas para reduzir os riscos desse tipo de ocorrência nas unidades de produção.

Estabeleça o gerenciamento do escore corporal como um rotina na granja e realize-o com metodologias objetivas, como Caliper. Adote medidas corretivas e restrinja para < 5% o percentual de fêmeas magras no plantel.

Reforce os cuidados com a qualidade da matéria prima

A presença de micotoxinas, em particular a combinação de zearalenona e deoxinivalenol, pode estar correlacionada a incidência de prolapsos.

Fortaleça os procedimentos e práticas que asseguraram a qualidade das matérias primas, como o uso da mesa densimétrica, a segregação de milho por qualidade na armazenagem e direcione os insumos de maior qualidade para o arraçoamento das fêmeas.

A manutenção de um bom programa de gestão para redução de micotoxinas na ração também é fundamental para diminuir esse fator de risco. O uso de adsorventes e a limpeza de silos e drops devem fazer parte da rotina deste programa.

Leia a matéria completa na edição 310 da Revista Suinocultura Industrial

Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344