Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Brasil

Mapa interdita empresa clandestina por fraude em produtos de origem animal

Auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizaram uma inspeção em uma empresa clandestina que comercializava matérias-primas de origem animal, no município de Apucarana/PR, onde foram…
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Mapa interdita empresa clandestina por fraude em produtos de origem animal

Auditores fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizaram uma inspeção em uma empresa clandestina que comercializava matérias-primas de origem animal, no município de Apucarana/PR, onde foram identificadas diversas irregularidades.

A empresa estava utilizando matérias-primas de origem animal de forma inadequada, misturando-as e comercializando os produtos como se fossem uma simples operação de compra e venda. Além disso, a empresa utilizava rótulos e informações de outros fornecedores/fabricantes de maneira fraudulenta.

Outra fraude identificada foi o uso de diversos tipos de farinhas de origem animal como, por exemplo, produtos de penas, vísceras, mista de ossos e peixes, quem eram comercializados como farinha de vísceras.

Essas práticas são extremamente graves, pois envolvem crimes como falsificação de selo público e uso de matérias-primas de alto risco.

Além disso, representam uma ameaça à saúde pública, uma vez que os produtos resultantes dessa manipulação irregular podem causar intoxicação e contaminação nos animais que os consumirem. As péssimas condições de higiene no local, com a presença de muitos gatos e suas fezes, agravam ainda mais a situação.

O estabelecimento foi interditado e todos os produtos com qualidade e identidade comprometidas foram apreendidos cautelarmente.

De acordo com a fiscal Andrea Mônica de Freitas Barbosa, que coordenou a operação de fiscalização, empresas desse tipo, muitas vezes, se apresentam apenas como atravessadores no mercado, mas na prática, têm sido recorrentes as fraudes e manipulações irregulares de matéria-prima.

“Até mesmo empresas registradas no mesmo ramo seguem esse padrão, com uma unidade oficial que atenderia às exigências e normativas do Mapa e outras que operam de forma clandestina, utilizando o número de registro da unidade fiscalizada”, explicou Andréa.

O Ministério da Agricultura e Pecuária possui normas e legislação específica, que estabelecem padrões de qualidade, segurança e rastreabilidade para a produção e comercialização de alimentos de origem animal.

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