Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Educação

MEC endurece regras para cursos do agro na modalidade EAD

O Ministério da Educação (MEC) publicou uma nova portaria que estabelece diretrizes mais rígidas para os cursos de graduação oferecidos a distância (EAD) e semipresenciais, com impacto significativo para o…
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MEC endurece regras para cursos do agro na modalidade EAD

O Ministério da Educação (MEC) publicou uma nova portaria que estabelece diretrizes mais rígidas para os cursos de graduação oferecidos a distância (EAD) e semipresenciais, com impacto significativo para o setor do agronegócio. As mudanças visam garantir a qualidade do ensino superior, especialmente em áreas que exigem forte componente prático, como Agricultura, Silvicultura, Pesca e Medicina Veterinária.

A principal alteração é a exigência de um percentual mínimo de atividades presenciais. Para cursos das áreas de Agricultura, Silvicultura e Pesca quando ofertados no formato semipresencial, será preciso cumprir no mínimo 40% da carga horária em atividades físicas presenciais. Além disso, 20% da carga horária deverá ser em atividades presenciais ou síncronas mediadas (aulas remotas e ao vivo). Essa medida reforça a necessidade de contato direto com a prática de campo e laboratorial, essencial para a formação de profissionais do agro.

Outra mudança importante é o fim do EAD 100% online. Nenhuma graduação poderá ser oferecida totalmente a distância. Mesmo os cursos EAD deverão ter, no mínimo, 20% de atividades presenciais ou síncronas mediadas, incluindo provas obrigatórias presenciais por disciplina.

Para a Medicina Veterinária, a portaria mantém a restrição de que o curso não poderá ser oferecido em EAD ou semipresencial, permanecendo exclusivamente presencial. Essa decisão alinha-se às preocupações de entidades como o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que argumentam que a prática profissional não pode ser efetivamente ensinada por meio de vídeos, e que a formação a distância nessa área representa riscos à saúde pública e ao bem-estar animal.

Todas as provas presenciais se tornam obrigatórias para as disciplinas em cursos a distância e semipresenciais, devendo ser realizadas nos polos ou unidades das instituições e representando a maior parte da nota final.

A portaria também regulamenta os polos de apoio presencial, que agora serão reconhecidos como espaços acadêmicos e deverão atender a requisitos mínimos de infraestrutura, incluindo laboratórios e recursos tecnológicos adequados. O compartilhamento de polos entre diferentes instituições será proibido.

As instituições de ensino terão um prazo de dois anos para se adaptar às novas regras. É importante ressaltar que os estudantes já matriculados em cursos EAD poderão concluí-los no formato previsto no ato da matrícula.

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