A graxaria transforma ossos, vísceras e gorduras em produtos valiosos para nutrição animal, cosméticos e até biocombustíveis
Você sabe o que acontece com as partes do abate que não vão para o prato?

Pouco conhecida fora dos bastidores da indústria de proteína animal, a graxaria exerce um papel essencial na sustentabilidade do agronegócio. É nesse setor que são processados os subprodutos não comestíveis dos abates, como ossos, gordura, sangue e vísceras — materiais que não são destinados ao consumo humano, mas que têm alto valor agregado após o processamento.
Dentro dos frigoríficos, a graxaria transforma esses resíduos em farinhas e óleos, utilizados na nutrição animal, na fabricação de sabões, cosméticos, fertilizantes e até mesmo biocombustíveis, como o biodiesel.
Mais do que um aproveitamento econômico, o trabalho das graxarias representa um processo ambientalmente responsável, que contribui para reduzir o desperdício e garantir o destino correto dos resíduos do abate. Assim, o que antes poderia causar impacto ambiental torna-se parte de um ciclo produtivo sustentável, reforçando a importância da economia circular dentro do agronegócio.
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