Cada uma das associações avícolas que compõem a ALA concordou em enviar mensagens à ONU por meio de seus respectivos governos
A avicultura latino-americana cria uma frente comum para a cúpula da ONU

Membros da Associação Latino-Americana de Aves (ALA) e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), reuniram-se no dia 9 de agosto onde refinaram uma proposta ou frente comum para a Cúpula das Nações Unidas.
O presidente da ALA, Luis Valle Coello, comentou ao final do encontro virtual que a produção na América Latina representa uma grande oportunidade de desenvolvimento para as nações.
Ele argumentou que o interesse é do ponto de vista alimentar, econômico, social e ambiental, portanto faz parte da solução que o mundo busca. “Por isso nenhum sistema alimentar deve ser excluído, muito menos o sistema avícola, que hoje e em meio à pandemia gerada pelo COVID-19, tem demonstrado suas grandes virtudes”.
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“Acima de tudo, pela contribuição nutricional gerada pelo consumo de ovos e carne de frango, e por outro lado, pela enorme contribuição que tem feito para a economia dos consumidores, devido à acessibilidade dos preços”, disse.
Esta frente comum visa alcançar “um equilíbrio na forma como é produzido e consumido, sem privilegiar um grupo de alimentos em favor de outros para propostas temerárias que nada têm a ver com a realidade ou a ciência”, acrescentou.
A reunião foi virtual e contou com a participação do diretor-geral da CII, Manuel Otero, bem como representantes de empresas avícolas do Brasil, México, Argentina, Colômbia, Chile, Guatemala, Panamá, Costa Rica e Peru, entre outros como Cargill e CMI.























