Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Sanidade

Sem vacinas comerciais, vigilância e nova classificação genética são a aposta para conter Reovírus

Aprenda sobre o impacto do Reovírus na indústria de perus e como sem vacinas comerciais a vigilância se torna essencial

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Avicultura global: entidade internacional incorpora federação dos EUA e amplia articulação do setor de perus

A indústria de perus enfrenta um inimigo difícil de combater: o reovírus. Embora não cause altas taxas de mortalidade, o impacto econômico é severo. Lotes infectados pesam, em média, de 2 a 4 kg a menos do que aves saudáveis, o que gerou um custo estimado de US$ 33,7 milhões em 2019, afetando cerca de 5,6 milhões de aves. “Não é um vírus que os mata. É um vírus que os deixa mancos”, resume Duane Murphy, presidente do Comitê de Saúde da Federação Nacional de Perus (NTF), destacando a “síndrome da perna rígida” ou claudicação que surge em machos por volta das 13 semanas.

O controle é complexo devido à dupla via de transmissão: vertical (de matrizes para a prole) e lateral (entre lotes). O maior desafio está nas fêmeas reprodutoras, que frequentemente permanecem assintomáticas enquanto disseminam o vírus. Sem tratamentos eficazes e com vacinas comerciais limitadas, a vigilância tornou-se a principal arma. Estratégias recomendadas incluem coleta de fezes desde a primeira semana, exames histológicos de tendões e monitoramento sorológico via ELISA e PCR.

A esperança reside em novas frentes de pesquisa. Um sistema de classificação baseado em três genes, proposto em estudo na revista Frontiers, promete melhorar o rastreamento epidemiológico. Paralelamente, especialistas como Chris Ashworth, da Zinpro, sugerem que a suplementação estratégica com zinco (em complexos de aminoácidos a 80 ppm) pode oferecer proteção antiviral ao bloquear a replicação do vírus. Além disso, a Fundação NTF lançou um prêmio de até US$ 1 milhão para incentivar o desenvolvimento de vacinas e diagnósticos específicos, buscando preencher as lacunas deixadas pela pesquisa avícola generalista.

Referência: Watt Poultry

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