Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Sanidade

Israel confirma primeiro surto de H5N1 em um ano

A Organização Mundial de Saúde Animal confirma o primeiro surto de H5N1 em Israel após 12 meses, com mortes de aves em Sde Yaakov

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A tranquilidade sanitária em Israel foi quebrada nesta terça-feira (06). A Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) confirmou a notificação de um foco de Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em uma fazenda no norte do país, marcando o primeiro registro da doença em território israelense em 12 meses.

O vírus atingiu um lote de 2.000 patos na vila de Sde Yaakov. Segundo o relatório das autoridades locais, a doença foi letal e rápida, causando a morte direta de 90 aves. Seguindo os protocolos internacionais de biosseguridade para conter a disseminação, todas as aves restantes da propriedade foram abatidas preventivamente.

O retorno do H5N1 a Israel reacende o sinal de alerta na região e soma-se aos focos recentes reportados nos Estados Unidos e na Europa (como na Espanha), desenhando um cenário global de pressão viral neste início de 2026.

A OMSA/WOAH reforça que a vigilância deve ser máxima, dado o histórico recente do vírus em devastar plantéis, interromper cadeias de suprimento, elevar preços de alimentos e manter o risco latente de transmissão para mamíferos e humanos.

Referência: Reuters

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