Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Sanidade

Israel confirma primeiro surto de H5N1 em um ano

A Organização Mundial de Saúde Animal confirma o primeiro surto de H5N1 em Israel após 12 meses, com mortes de aves em Sde Yaakov

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A tranquilidade sanitária em Israel foi quebrada nesta terça-feira (06). A Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH) confirmou a notificação de um foco de Gripe Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em uma fazenda no norte do país, marcando o primeiro registro da doença em território israelense em 12 meses.

O vírus atingiu um lote de 2.000 patos na vila de Sde Yaakov. Segundo o relatório das autoridades locais, a doença foi letal e rápida, causando a morte direta de 90 aves. Seguindo os protocolos internacionais de biosseguridade para conter a disseminação, todas as aves restantes da propriedade foram abatidas preventivamente.

O retorno do H5N1 a Israel reacende o sinal de alerta na região e soma-se aos focos recentes reportados nos Estados Unidos e na Europa (como na Espanha), desenhando um cenário global de pressão viral neste início de 2026.

A OMSA/WOAH reforça que a vigilância deve ser máxima, dado o histórico recente do vírus em devastar plantéis, interromper cadeias de suprimento, elevar preços de alimentos e manter o risco latente de transmissão para mamíferos e humanos.

Referência: Reuters

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