Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Grãos

Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

Entenda como a soja cai em Paranaguá devido à pressão do dólar e oferta excessiva, apesar da alta em Chicago

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Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

O mercado de soja viveu um dia de “duas realidades” nesta quarta-feira (07). Enquanto a Bolsa de Chicago (CBOT) reagiu positivamente com alta de 1,02% (fechando a US$ 10,67/bushel para março), o preço físico no Brasil seguiu o caminho inverso, registrando sua terceira queda consecutiva. No porto de Paranaguá (PR), a saca baseada no indicador Cepea/Esalq recuou 0,05%, cotada a R$ 134,64.

Segundo Ronaldo Fernandes, analista da Royal Rural, dois fatores domésticos estão anulando a alta externa: o câmbio e a pressão de safra. A desvalorização recente do dólar retirou competitividade do preço em reais (impacto estimado em R$ 5/saca).

Simultaneamente, o produtor iniciou um movimento de “limpeza de silos”, vendendo estoques remanescentes para abrir espaço para a nova safra que começa a ser colhida, aumentando a oferta disponível.

A tendência de curto prazo é de baixa, mas existe um “coringa” climático na mesa. “Se as previsões de umidade para janeiro e fevereiro se confirmarem, teremos uma dor de cabeça na colheita”, alerta Fernandes.

O excesso de chuva no momento de retirar o grão (como a frente fria que atua no Sul agora) pode travar a logística e prejudicar a qualidade, o que faria os preços subirem rapidamente para quem tiver soja disponível e seca para entrega imediata.

Referência: Valor Econômico

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