Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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Grãos

Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

Entenda como a soja cai em Paranaguá devido à pressão do dólar e oferta excessiva, apesar da alta em Chicago

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Soja cai em Paranaguá (PR) pressionada pelo dólar e oferta, enquanto Chicago (EUA) sobe 1%

O mercado de soja viveu um dia de “duas realidades” nesta quarta-feira (07). Enquanto a Bolsa de Chicago (CBOT) reagiu positivamente com alta de 1,02% (fechando a US$ 10,67/bushel para março), o preço físico no Brasil seguiu o caminho inverso, registrando sua terceira queda consecutiva. No porto de Paranaguá (PR), a saca baseada no indicador Cepea/Esalq recuou 0,05%, cotada a R$ 134,64.

Segundo Ronaldo Fernandes, analista da Royal Rural, dois fatores domésticos estão anulando a alta externa: o câmbio e a pressão de safra. A desvalorização recente do dólar retirou competitividade do preço em reais (impacto estimado em R$ 5/saca).

Simultaneamente, o produtor iniciou um movimento de “limpeza de silos”, vendendo estoques remanescentes para abrir espaço para a nova safra que começa a ser colhida, aumentando a oferta disponível.

A tendência de curto prazo é de baixa, mas existe um “coringa” climático na mesa. “Se as previsões de umidade para janeiro e fevereiro se confirmarem, teremos uma dor de cabeça na colheita”, alerta Fernandes.

O excesso de chuva no momento de retirar o grão (como a frente fria que atua no Sul agora) pode travar a logística e prejudicar a qualidade, o que faria os preços subirem rapidamente para quem tiver soja disponível e seca para entrega imediata.

Referência: Valor Econômico

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