Cotações registram quedas pontuais em algumas regiões enquanto mercado acompanha Chicago e o dólar
Soja inicia semana com preços estáveis e negócios lentos no Brasil

O mercado brasileiro de soja começou a semana com baixa movimentação e poucas negociações de volume expressivo. Nesta segunda-feira (22), as cotações apresentaram comportamento misto entre as principais regiões produtoras, com quedas pontuais e estabilidade na maior parte das praças.
Segundo análise da Safras & Mercado, o porto de Santos concentrou as melhores ofertas do dia, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento, refletindo a cautela dos agentes diante das oscilações do dólar e do mercado internacional.
Os prêmios de exportação registraram leve alta, ajudando a limitar perdas mais acentuadas nos preços da oleaginosa. Ainda assim, o cenário foi marcado pela espera dos participantes do mercado por sinais mais claros de demanda e pela evolução das cotações em Chicago.
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Cotações da soja no mercado físico
Entre as principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram as seguintes variações:
- Passo Fundo (RS): de R$ 127,00 para R$ 126,00 por saca;
- Santa Rosa (RS): de R$ 128,00 para R$ 127,00 por saca;
- Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50 por saca;
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00 por saca;
- Dourados (MS): manteve em R$ 115,00 por saca;
- Rio Verde (GO): de R$ 116,00 para R$ 115,00 por saca;
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50 por saca;
- Rio Grande (RS): de R$ 134,00 para R$ 133,00 por saca.
Chicago fecha em baixa
No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram o pregão em queda na Bolsa de Chicago.
As cotações foram pressionadas principalmente pelo recuo dos preços do petróleo, influenciado pelos avanços nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã. A expectativa de redução das tensões no Oriente Médio diminuiu os prêmios de risco nos mercados globais e contribuiu para a retração das commodities agrícolas.
Com isso, o mercado segue atento ao comportamento do câmbio, da demanda internacional e ao andamento das negociações geopolíticas, fatores que devem continuar influenciando a formação dos preços da soja nos próximos dias.
Fonte: Canal Rural






















