As empresas receberam prazo para tirar do rótulo a expressão ovo light ou colesterol reduzido, porém a divulgação de ômega 3 e vitamina E está liberada.
MAPA mantém proibição de ovos light
Redação AI 10/03/2003 – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) deu prazo de um mês às empresas produtoras de ovos que comercializam no rótulo da embalagem do produto as expressões ovo light e/ou colesterol reduzido. Pois estudos realizados pela Universidade de São Paulo (USP) comprovam que os ovos denominados especiais (light ou com baixo teor de colesterol) possuem o mesmo índice, ou até mais, de colesterol que os ovos convencionais. Caso as empresas não cumpram esta determinação elas estarão sujeitas a multas e recolhimento dos produtos no mercado. Segundo alguns pesquisadores da área, as empresas utilizam desse marketing para vender os ovos especiais a preços mais elevados. Porém, o MAPA liberou a comercialização de ovos com ômega 3 e vitamina E, que segundo o mesmo estudo da USP, a concentração dessas substâncias nos ovos que anunciam tal enriquecimento foi realmente encontrada e, segundo os pesquisadores, isto pode ser considerado benéfico ao coração.
Leia também no Agrimídia:
- •Preços da carne de frango recuam na segunda quinzena de abril, mesmo com exportações em alta
- •Poder de compra do avicultor paulista recua em abril com queda mais acentuada nos preços dos ovos
- •Crise logística no Estreito de Ormuz pressiona avicultura e ameaça abastecimento nos Emirados Árabes Unidos
- •Influenza aviária: China suspende importações de aves do Chile e reforça controles sanitários





















