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Dicas para uma boa inseminação intrauterina

O uso da inseminação artificial intrauterina (ou pós cervical) em matrizes suínas permitiu, ao longo do tempo, a utilização de doses inseminantes mais diluídas, dobrando o rendimento de cada ejaculado coletado dos machos. Ainda que a dose inseminante atualmente seja menor, as taxas de fertilidade e prolificidade tendem a permanecer constantes quando o sêmen é depositado no corpo do útero ou corno uterino. No entanto, para que isso aconteça é necessário uma execução correta desse procedimento.
Higiene no procedimento
Antes de inseminar uma matriz ou marrã é fundamental que se faça a higienização da vulva para evitar que a própria pipeta acabe carreando fezes e patógenos da pele para o interior da vagina e trato reprodutivo no momento da sua inserção. Esse tipo de ocorrência pode levar ao aparecimento de endometrites, vaginites, entre outras infecções. O uso de materiais descartáveis, esterilizados, e não espermicidas também é importante para garantir o sucesso da técnica.
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Precisão no posicionamento do catéter
A inserção da pipeta (externa) deve ser feita com lubrificação prévia e no sentido crânio-dorsal até que se encontre resistência. É importante garantir um encaixe firme da cabeça da pipeta na cérvix da porca, para que o catéter intrauterino possa ser introduzido corretamente. O posicionamento do catéter deve ser feito de modo a depositar o sêmen no corpo do útero ou corno uterino (intra-uterino). É importante fixar o catéter na posição correta para evitar refluxos e depósitos de sêmen fora do útero.
Diferencial da pipeta intrauterina com brake (trava)
A utilização da pipeta intrauterina com brake (trava) na parte posterior permite que o catéter interno seja travado na posição correta após sua inserção, garantindo uma inseminação intra-uterina, de fato, e evitando refluxos de ar e sêmen. É importante treinar a equipe para a utilização correta desse tipo de pipeta.

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