Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Formação de estoques em debate na OMC

Alguns países chamam a atenção para o uso de subsídios para a armazenagem de alimentos.

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A crescente formação de estoques de alimentos e outros produtos agrícolas entrou de vez na agenda da Organização Mundial de Comércio (OMC), já que diversos países reclamam que essa estratégia pode deprimir os preços internacionais e afetar suas exportações. Na última reunião do ano do Comitê de Agricultura da OMC, foram particularmente alvejados a China, por seus estoques de algodão – apesar de o país ser um grande produtor da commodity -, a Índia, por suas reservas de arroz e trigo, a Tailândia, com montanhas de arroz, e a Indonésia, por causa de soja e arroz, entre outros produtos.

Além do risco de abrir espaço para uma queda de preços quando esses e outros estoques começarem a serem liberados no mercado, a inquietação de vários países é também com o fato de que subsídios estão sendo oferecidos acima dos limites autorizados para a formação desses estoques. Somente a Índia criou um programa de gastos adicionais de US$ 20 bilhões por ano para trigo e arroz, alegando razões de segurança alimentar. Agora, o país quer obter uma “cláusula de paz” na OMC, segundo a qual os parceiros comerciais não contestariam os subsídios que ultrapassassem os limites autorizados pela entidade para o país.

Questionado por Estados Unidos, Canadá e Paquistão, os indianos disseram que sua nova “Food Security Bill” ainda não foi implementada e, por isso, não se pode falar em reflexos sobre o mercado.

A Tailândia, por sua vez, tem um esquema de subsídios para arroz e para formação de estoque. Os tailandeses querem liderar os embarques globais de arroz. O Paquistão, terceiro maior exportador do cereal, foi o primeiro a reclamar, com o argumento de que tem milhões de produtores que não recebem subsídios. Já a China, com uma enorme indústria têxtil, importa grandes volumes de algodão e armazena boa parte. Os EUA temem que os chineses possam se tornar um vendedor mais ativo de suas reservas em 2014, o que poderia afetar os embarques americanos.

No Comitê de Agricultura da OMC, que é presidido pelo brasileiro Guilherme Bayer, o Brasil também foi questionado pelos EUA sobre eventuais mudanças no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com resposta negativa.

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