A saída definitiva da crise global requer um enfoque que privilegie “não apenas um curto prazo”, destacou a presidente Dilma Rousseff durante discurso em Davos.
Emergentes continuarão a desempenhar papel estratégico, afirma Dilma

A saída definitiva da crise global requer um enfoque que privilegie “não apenas um curto prazo”, destacou a presidente Dilma Rousseff durante discurso em Davos, na Suíça. Ela defendeu o papel estratégico das economias emergentes.É apressada a tese de que, depois da crise, as economias emergentes serão menos dinâmicas”, afirmou.
Segundo ela, é “natural” que, em um ambiente de crise de “efeitos adversos”, olhe-se mais o curto prazo. “É preciso resgatar o horizonte de médio e longo prazos nas nossas avaliações para dar suporte às nossas ações. Ainda que as economias desenvolvidas demonstrem claro indício de recuperação, as economias emergentes desempenharão papel estratégico”, afirmou Dilma.
A presidente manifestou esperar que o Brasil saia “ainda melhor” da crise econômica internacional e fez um convite aos empresários para investir no país. “Nosso sucesso, nos próximos anos, estará associado a parcerias”, disse a presidente. “Sempre recebemos bem o investimento externo. Aspectos da conjuntura recente não devem obscurecer essa realidade. O Brasil precisa, mais do que quer, a parceria com o setor privado e convida todos a ela.”
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