Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Reajuste de tarifa de energia já pressiona inflação em SP

O reajuste de 18% nas tarifas de energia da Eletropaulo a partir de julho já começou a puxar os resultados dos indicadores de inflação para cima.

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Reajuste de tarifa de energia já pressiona inflação em SP

O reajuste de 18% nas tarifas de energia da Eletropaulo a partir de julho já começou a puxar os resultados dos indicadores de inflação para cima. No Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que verifica a inflação no município de São Paulo, as primeiras revisões da conta de luz responderam por mais da metade da inflação de julho.

Segundo a Fipe, o índice teve alta de 0,16% na comparação com junho, sendo que 0,10 ponto percentual foi provocado pelo aumento da tarifa elétrica, que subiu 2,61% no período. “Sem isso, a inflação teria ficado em torno de 0,05%, muito próxima do que havia sido em junho”, disse André Luiz Chagas, coordenador da Fipe.

Por outro lado, muitos alimentos ficaram mais baratos, o que ajudou a segurar a variação para baixo e praticamente anulou o impacto da energia. O grupo alimentação teve queda de 0,58% em julho, depois de ter caído 0,37% em junho – isso retirou 0,13 ponto percentual do resultado final.

“O que explica a queda no grupo alimentação são os produtos industrializados, que vinham de uma variação muito alta, de 1,18% em junho, para queda de 0,39% neste mês”, explicou Chagas. É o grupo em que entram produtos como derivados de leite, carne, pães e café em pó, entre outros.

Esse comportamento, segundo Chagas, é resultado da resposta dos fabricantes às quedas que os preços de diversas matérias-primas vêm apresentando há meses. Por serem produtos com preços inteiramente livres – reajustados conforme o mercado, sem controle público ou indexação -, os bens industriais apontam para uma inflação mais moderada.

Os derivados de leite, por exemplo, como iogurtes e margarinas, tiveram uma moderada alta de 0,34% em julho – apesar de o leite ficar 2,36% mais caro no mês. As carnes ficaram, em média, 1,09% mais baratas e as aves 1,97%. O feijão teve queda de 5,4%, e, entre os in natura, tomate (-16%) e batata (-24,3%) ajudaram a aliviar.

Para este mês, a expectativa da Fipe é que o índice já apresente uma aceleração maior, de 0,54% no mês, puxada principalmente, de novo, pelo reajuste na eletricidade. “O grosso virá em agosto, quando as primeiras contas de muitas famílias começarão a chegar”, disse o coordenador.

Para o ano, a fundação mantem a projeção de inflação de 5,5%. Até julho, o IPC-Fipe acumula alta de 5,38% em 12 meses.

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