Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Desaceleração de crescimento do Brasil afeta pouco América Latina

Apenas quatro países da América Latina tiveram uma exposição comercial maior à desaceleração do crescimento econômico brasileiro.

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Desaceleração de crescimento do Brasil afeta pouco América Latina

O ritmo fraco de crescimento da economia do Brasil nos últimos anos teve consequências limitadas para a qualidade do crédito de outros países da América Latina, pois são poucos os países com fortes relações comerciais com o País, afirma a agência internacional de classificação de riscos Moody’s Investors Service, em um relatório.
 
Apenas quatro países da América Latina tiveram uma exposição comercial maior à desaceleração do crescimento econômico brasileiro: Paraguai, Bolívia, Argentina e Uruguai. Esses países tiveram exposição maior por terem uma atividade econômica mais voltada para o comércio exterior.
 
Segundo Jaime Reusche, analista da Moody’s e autor do relatório, o peso da atividade econômica brasileira nos países identificados como “mais vulneráveis” depende também das perspectivas de crescimento deles.
 
“Por exemplo, como o ritmo de expansão da economia da Argentina caiu para cerca de 2% a 3% de uma média de 8,4% registrada em 2004 e 2008, o enfraquecimento do Brasil pode prejudicar ainda mais as dinâmicas já enfraquecidas de crescimento”, afirma a Moody’s. No Uruguai, a desaceleração brasileira só vai contribuir para a tendência de moderação do ritmo de expansão da economia que já está em vigor.
 
Já Paraguai e Bolívia, que registram maior expansão econômica mesmo com a desaceleração brasileira, não devem passar por ajustes abruptos em suas dinâmicas de crescimento.

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