No primeiro semestre deste ano, o país asiático importou 44 milhões de toneladas de soja, 7% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
Brasil usa portos do Sul e Sudeste para escoar a maior parte da produção de grãos da metade norte do país.

Apesar dos recentes sustos no mercado internacional, a economia da China continua a todo vapor, incluindo as exportações envolvendo o agronegócio. No primeiro semestre deste ano, o país asiático importou 44 milhões de toneladas de soja, 7% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com o diretor de uma empresa chinesa que trabalha com exportações agrícolas, a agricultura é uma tendência estratégica para o futuro. “A China tem uma população de 1,4 bilhão de pessoas que precisam de alimentos”, diz o executivo da Sinotrans Shangdong, Yuzhong Wang. Shandong é a província com maior produção de alimentos, e também a que tem maior demanda, além de ter diversas tradings e indústrias de beneficiamento de soja.
Por lá, os negócios são facilitados pela boa infraestrutura disponível. Os três portos da província de Shandong importaram no primeiro semestre cerca de 15 milhões de toneladas de soja, um terço do total de grãos importados pela China. A maior parte entrou pelo porto de Qingdao – 8,4 milhões de toneladas. Este porto tem cinco berços para atracação navios, por onde são descarregadas 20 mil toneladas de alimentos por dia.
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71,4 milhões de toneladas de soja foram importadas pela China ano passado, 12,7% a mais do que em 2013, conforme a Administração Geral das Alfândegas chinesa. O país deve seguir comprando volumes expressivos nos próximos anos.























