Suinocultura de Santa Catarina será a maior prejudicada com as taxações do governo russo.
Rússia cria problema
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Redação SI 05/12/2002 – A Rússia importou do Brasil 148 mil toneladas em 2001, sendo 78% de Santa Catarina. Neste ano, das 480 mil toneladas previstas em exportações de carne suína, a Rússia deve cerca de 80%. Deste volume, Santa Catarina deve responder por 75%. Deixar de exportar para a Rússia seria o fim da suinocultura, que está em crise, disse o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Paulo Tramontini.
Ele destacou que a elevação das taxas de importação da carne suína pelo governo russo para 80%, acabaria com a competitividade do produto nacional. Isso geraria uma sobra de carne no Brasil que provocaria outra queda de preços, levando à falência os produtores. Tramontini disse que o governo brasileiro deve acionar imediatamente suas equipes de negociação para evitar a aprovação destas propostas.Medidas e governo – O presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarnes), Federação da Agricultura (Faesc) e Coopercentral Aurora, José Zeferino Pedrozo, disse que o governo brasileiro precisa garantir a permanência do principal mercado de carne suína. Para Pedrozo, uma das saídas para manter o mercado seria a importação de outros produtos da Rússia.O secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Estado, Otto Kiehn, disse que recebeu com apreensão a notícia de que medidas políticas possam prejudicar as exportações catarinenses. Isso representaria uma perda de receita para os produtores, agroindústrias e arrecadação de impostos. Kiehn disse que nesta semana manteria contato para ver que medidas podem ser tomadas.
Ele destacou que a elevação das taxas de importação da carne suína pelo governo russo para 80%, acabaria com a competitividade do produto nacional. Isso geraria uma sobra de carne no Brasil que provocaria outra queda de preços, levando à falência os produtores. Tramontini disse que o governo brasileiro deve acionar imediatamente suas equipes de negociação para evitar a aprovação destas propostas.Medidas e governo – O presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarnes), Federação da Agricultura (Faesc) e Coopercentral Aurora, José Zeferino Pedrozo, disse que o governo brasileiro precisa garantir a permanência do principal mercado de carne suína. Para Pedrozo, uma das saídas para manter o mercado seria a importação de outros produtos da Rússia.O secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Estado, Otto Kiehn, disse que recebeu com apreensão a notícia de que medidas políticas possam prejudicar as exportações catarinenses. Isso representaria uma perda de receita para os produtores, agroindústrias e arrecadação de impostos. Kiehn disse que nesta semana manteria contato para ver que medidas podem ser tomadas.
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