Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
Destaque Todas Páginas

Exportações prejudicadas

Cota russa vai criar nova realidade em SC.

Compartilhar essa notícia

Redação SI 15/12/2003 – 06h40 – A suinocultura catarinense deverá sentir, a partir de janeiro do próximo ano, os reflexos da criação de cotas para exportação da carne suína para a Rússia. A estimativa é que o Brasil deixe de enviar cerca de 150 mil toneladas para aquele país, um dos principais consumidores de carne de porco do mundo. Para tentar minimizar o impacto que a medida vai provocar, a Perdigão projeta redirecionamento de parte da carne que deixará de ser exportada e prevê dificuldades para os suinocultores. “A Rússia representa 45% do montante que exportamos. Não é muito, mas certamente haverá reflexo desta estagnação para os produtores”, explica o diretor de exportação, Antônio Augusto de Toni.

Segundo ele, a empresa já vinha se preparando para esta nova realidade e o trabalho agora está sendo voltado para a orientação dos suinocultores. “Estamos trabalhando para frear a produção e fazer com que eles se adequem a uma realidade de exportação bem menor que aquela que vinha sendo praticada até então”. De Toni acredita que a partir de janeiro os suinocultores já tenham condições de se adequar a esta nova realidade.

Neste ano, o Brasil exportou cerca de 320 mil toneladas para a Rússia. No ano que vem, o número da cota é de pouco mais de 169 mil. “Quem depende mais da exportação vai sentir mais essa retração. Nós vamos buscar outros mercados e aproveitar a carne suína beneficiada, que agrega maior valor e pode ser direcionada para o mercado interno”, explica. De qualquer forma, ele acredita ser difícil utilizar toda a carne que estará disponível.

Um aumento no consumo de carne suína no mercado interno poderia absorver parte da produção que será excedente, a partir do ano que vem. A aposta que a Perdigão está fazendo, em produtos mais elaborados e que agregam valores, deverá ser seguido por outras empresas. A intenção é aproveitar a carne que estará sobrando, ao mesmo tempo em que continuará fazendo da atividade, uma fonte de rentabilidade para os produtores. “Um depende do outro e por mais adequações que sejam feitas, sempre precisaremos da carne suína.”

Assuntos Relacionados
exportaçãorússiasuinocultura
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343