Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Venda externa de frango cresce

Algumas previsões já apontam que exportações do setor avícola devem crescer 20% em 2004.

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Redação AI 08/04/2004 – 05h00 – No início do ano, a previsão do setor avícola era de crescimento de 10% nas exportações. Mas com os bons resultados do início deste ano, algumas previsões já apontam alta de 20%. Pelo menos esta foi a estimativa do palestrante Paulo Martins no 5o. Simpósio Brasil Sul de Avicultura, que encerrou ontem em Chapecó.

O gerente latino-americano da Hybro disse que se o Brasil mantiver a atual condição de sanidade vai crescer 20% nas exportações em 2004. Ele citou que além da gripe do frango que vem atingindo alguns países, a qualidade da avicultura nacional está se consolidando no mercado externo. “A sanidade dos nossos rebanhos hoje é top no mundo”, destacou Martins.

Brasil supera americanos em números de vendas

Ele afirmou que o Brasil já superou os Estados Unidos em faturamento nas exportações de aves, com US$ 1,9 bilhão, para um volume de 1,8 bilhão de toneladas. Nos próximos três a quatro anos, Martins acredita que o Brasil poderá se tornar o número um também em volume.

Além da sanidade do rebanho nacional, livre de newcastle e influenza, outros fatores contribuem para a competitividade, como o baixo custo. Somente o Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia respondem por 50% da produção mundial de soja e 10% de milho, para uma população de 3,5% do globo. Com isso sobra mais produto para alimentar as criações e exportar.

Além disso, o Brasil possui 80 milhões de hectares inexplorados, que podem ampliar a produção de grãos. No entanto, Martins alertou para a necessidade de garantir este status sanitário. Por isso recomenda maior participação financeira das agroindústrias, através de convênios com o Ministério da Agricultura, para garantir uma boa fiscalização.

Outro palestrante, Pablo Marshal, destacou que o Brasil responde por 33% do comércio mundial de frangos.

 

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