O governo estadual e a Sadia tentam uma solução para o embargo chileno às carnes de frango e suína produzidas em Santa Catarina.
Embargo chileno
Da Redação 24/08/2005 – Após se reunir com o presidente chileno Ricardo Lagos em Santiago nesta terça-feira, o governador Luiz Henrique da Silveira participou de uma reunião no Ministério da Agricultura do país andino.
O governo estadual e a Sadia tentam uma solução para o embargo chileno às carnes de frangos e suínos produzidas em Santa Catarina.
O Chile não importa do Brasil alegando restrições por enfermidades animais e compra apenas carne bovina desossada e maturada.
Leia também no Agrimídia:
- •Itu formaliza pedido à ALESP para reconhecer o município como Capital Paulista da Suinocultura
- •Tarifa americana pressiona margem de exportadores de proteína do Sul
- •Frente fria avança pelo Sul e atinge SP e MS, enquanto ar seco mantém alerta no interior do país
- •Brasil deve ceder 2º lugar nas exportações de milho para a Argentina
O governo brasileiro negocia há seis anos um acordo sanitário entre os dois países, mas até agora houve pouca evolução.
Pode ser uma retaliação chilena às cotas, impostas pelo Brasil, na importação do vinho chileno afirmou o secretário estadual de Articulação Internacional, Roberto Colin.
O governador Luiz Henrique acredita que, facilitando a entrada do vinho chileno no Brasil, o comércio de frangos e suínos catarinenses com o Chile seria facilitado.
Negociação bilateral tem que ser boa para os dois lados avaliou.
O embaixador brasileiro no Chile, Gelson Fonseca Júnior, disse, em jantar oferecido à comitiva catarinense em Santiago, que o Chile adota uma atitude “que talvez não seja a melhor”.
Segundo Fonseca Júnior, os chilenos olham o Brasil como uma região fitossanitária única. Assim problemas que existem em outros estados acabam refletindo em Santa Catarina.























