Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Brasil planeja dobrar comércio com o México

O governo brasileiro estabeleceu a meta de dobrar, até 2010, a corrente de comércio entre Brasil e México, que foi de US$ 6,705 bilhões em 2006.

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Redação (23/07/07) – A afirmação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, durante o Encontro Empresarial Brasil-México, promovido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Para alcançar a meta, Miguel Jorge disse que os dois países têm de aprofundar os dois ACEs (Acordos de Complementação Econômica) existentes, o ACE 53, que envolve diversos setores, e o ACE 55, do setor automotivo.

"Esse desafio é para 2010. Brasil e México são duas economias similares, com oportunidades para explorar", disse Miguel Jorge. Para o ministro, a missão governamental e empresarial brasileira ao México, no próximo dia 6, será o primeiro passo para a expansão desses acordos.

O Brasil exportou para o México um total de US$ 5,558 bilhões no ano passado, um aumento de 116,7% ante os US$ 2,565 bilhões exportados para o mesmo destino em 2002. O País importou do parceiro comercial US$ 1,147 bilhão em 2006, uma quantia 74% maior do que os US$ 658 milhões comprados dos mexicanos quatro anos antes.

O secretário de Economia do México, Eduardo Sojo, citou que a corrente de comércio entre os dois países mais do que duplicou entre 2002 e 2006 ( 108%) e, por isso, ele acredita que o mesmo é possível nos próximos quatro anos.

"Podemos melhorar o comércio com os acordos bilaterais existentes, desde que sejam aprofundados, porque são muito limitados, principalmente se considerarmos que são as duas maiores economias da América Latina", argumentou.

O secretário mexicano disse que seu País está preparado para receber investimentos de empresas brasileiras que queiram produzir lá e aproveitar os 12 acordos de preferências tarifárias que o México tem com 44 países. "As indústrias brasileiras podem exportar, a partir do México, com tarifa zero para os Estados Unidos e para outros países", explicou.

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