Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Brasil planeja dobrar comércio com o México

O governo brasileiro estabeleceu a meta de dobrar, até 2010, a corrente de comércio entre Brasil e México, que foi de US$ 6,705 bilhões em 2006.

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Redação (23/07/07) – A afirmação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, durante o Encontro Empresarial Brasil-México, promovido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Para alcançar a meta, Miguel Jorge disse que os dois países têm de aprofundar os dois ACEs (Acordos de Complementação Econômica) existentes, o ACE 53, que envolve diversos setores, e o ACE 55, do setor automotivo.

"Esse desafio é para 2010. Brasil e México são duas economias similares, com oportunidades para explorar", disse Miguel Jorge. Para o ministro, a missão governamental e empresarial brasileira ao México, no próximo dia 6, será o primeiro passo para a expansão desses acordos.

O Brasil exportou para o México um total de US$ 5,558 bilhões no ano passado, um aumento de 116,7% ante os US$ 2,565 bilhões exportados para o mesmo destino em 2002. O País importou do parceiro comercial US$ 1,147 bilhão em 2006, uma quantia 74% maior do que os US$ 658 milhões comprados dos mexicanos quatro anos antes.

O secretário de Economia do México, Eduardo Sojo, citou que a corrente de comércio entre os dois países mais do que duplicou entre 2002 e 2006 ( 108%) e, por isso, ele acredita que o mesmo é possível nos próximos quatro anos.

"Podemos melhorar o comércio com os acordos bilaterais existentes, desde que sejam aprofundados, porque são muito limitados, principalmente se considerarmos que são as duas maiores economias da América Latina", argumentou.

O secretário mexicano disse que seu País está preparado para receber investimentos de empresas brasileiras que queiram produzir lá e aproveitar os 12 acordos de preferências tarifárias que o México tem com 44 países. "As indústrias brasileiras podem exportar, a partir do México, com tarifa zero para os Estados Unidos e para outros países", explicou.

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