Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Alta do dólar faz carne ficar mais competitiva

Apesar do produto ficar mais barato para quem importa, as indústrias exportadoras se mostram cautelosas com a disparada da moeda americana.

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Redação (18/09/2008)- A valorização cambial registrada na primeira quinzena do mês está deixando a carne brasileira mais competitiva no mercado internacional. Com o dólar valendo mais de R$ 1,85, a tonelada do produto brasileiro chega aos mercados consumidores internacionais mais barata, apenas com as alterações no câmbio.

Na primeira quinzena de setembro, o dólar comercial sofreu uma desvalorização de 14%, fazendo com que o preço do boi gordo cotado na moeda americana recuasse quase 13%. Em dólar, o indicador Esalq/BM&F encerrou o mês de agosto cotado a US$ 55,93 por arroba, mas recuou para US$ 48,71 após o fechamento do mercado de ontem.

Na avaliação de Gabriela Tonini, analista da Scot Consultoria, o cenário de valorização cambial é um fator que pode melhorar as exportações brasileiras nos próximos meses. Para ela, os efeitos da desvalorização do real serão sentidos no volume das exportações a partir de setembro e outubro, quando os negócios já estarão fechados com a nova cotação. “Com o dólar mais caro é mais fácil para os frigoríficos que exportam negociarem preços com os importadores.”

Apesar de ficar mais barata para quem importa, as indústrias exportadoras se mostram cautelosas com a disparada da moeda americana nos últimos dias. O setor deve se reunir para avaliar os impactos da oscilação cambial diante de um quadro de oferta global restrita e demanda, especialmente dos países asiáticos, ainda aquecida.

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