Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas

Alta do dólar faz carne ficar mais competitiva

Apesar do produto ficar mais barato para quem importa, as indústrias exportadoras se mostram cautelosas com a disparada da moeda americana.

Compartilhar essa notícia

Redação (18/09/2008)- A valorização cambial registrada na primeira quinzena do mês está deixando a carne brasileira mais competitiva no mercado internacional. Com o dólar valendo mais de R$ 1,85, a tonelada do produto brasileiro chega aos mercados consumidores internacionais mais barata, apenas com as alterações no câmbio.

Na primeira quinzena de setembro, o dólar comercial sofreu uma desvalorização de 14%, fazendo com que o preço do boi gordo cotado na moeda americana recuasse quase 13%. Em dólar, o indicador Esalq/BM&F encerrou o mês de agosto cotado a US$ 55,93 por arroba, mas recuou para US$ 48,71 após o fechamento do mercado de ontem.

Na avaliação de Gabriela Tonini, analista da Scot Consultoria, o cenário de valorização cambial é um fator que pode melhorar as exportações brasileiras nos próximos meses. Para ela, os efeitos da desvalorização do real serão sentidos no volume das exportações a partir de setembro e outubro, quando os negócios já estarão fechados com a nova cotação. “Com o dólar mais caro é mais fácil para os frigoríficos que exportam negociarem preços com os importadores.”

Apesar de ficar mais barata para quem importa, as indústrias exportadoras se mostram cautelosas com a disparada da moeda americana nos últimos dias. O setor deve se reunir para avaliar os impactos da oscilação cambial diante de um quadro de oferta global restrita e demanda, especialmente dos países asiáticos, ainda aquecida.

Assuntos Relacionados
carnesdolarexportaçãoimportação
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329