Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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EUA desaceleram, mas suas exportações crescem

A alta de preço do combustível ofuscou, como era de se esperar, a vantagem da economia norte-americana com o aumento das exportações em 3,3%.

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Redação (19/09/2008)- "Há anos a gente brincava que o nosso produto de exportação número um era o ar da Califórnia", comenta no jornal Los Angeles Times Eric Harris, executivo de primeiro escalão da administração do porto de Los Angeles, para, em seguida, acrescentar que "finalmente, neste ano, o número de contêineres lotados de mercadorias que estamos exportando é maior do que aqueles que importamos".

O forte movimento nas exportações dos dois maiores portos comerciais dos EUA, de Los Angeles e de Long Beach, é fato, apesar do aumento das importações durante o mês de julho deste ano, evolução que foi atribuída à explosão do preço de petróleo.

Neste período o déficit comercial foi ampliado ao mais alto nível dos últimos 16 meses, conformando-se em US$ 62,2 bilhões, com alta de 5,7%. De acordo com dados da Secretaria de Comércio, as importações aumentaram 3,9%, para US$ 230,3 bilhões. Mas US$ 42,6 bilhões foram gastos para compra de petróleo.

A alta de preço do combustível ofuscou, como era de se esperar, a vantagem da economia norte-americana com o aumento das exportações em 3,3%, para US$ 168,1 bilhões. Por outro lado, as exportações do segundo trimestre registraram a maior contribuição ao PIB do país nos últimos 28 anos.

A demanda externa por automóveis norte-americanos, aviões e equipamentos tecnológicos tem, realmente, aumentado por causa da grande desvalorização do dólar, tornando estes produtos mais baratos. Nos últimos cinco anos, a moeda norte-americana foi desvalorizada em 24% contra o euro.

Importações em baixa

Fontes do mercado prevêem desaquecimento de consumo nos EUA, pressionados pela mais de dois anos queda do mercado de imóveis e pela crise de crédito que já dura um ano. Simultaneamente, o crescente movimento das exportações nos portos comerciais dos EUA revela um outro aspecto do crescimento norte-americano, assim como se conformou no segundo trimestre.

Neste período, especificamente, o déficit comercial despencou ao mais baixo nível dos últimos sete anos, fortalecendo o PIB do país em 2,42%. Diferentemente, o ritmo de crescimento teria se contraído em 0,5%, superando o correspondente 0,2%, anunciado pela Agência Européia de Estatística (Eurostat) sobre as 15 economias da Zona do Euro.

Tanto no porto comercial de Long Beach, quanto no de Los Angeles avalia-se que o volume das importações evoluirá no vermelho pelo segundo ano consecutivo. Situação análoga havia sido registrada nos EUA há 30 anos.

Reservas, contudo, existem sobre a robustez das exportações, em decorrência de fortes sinais de fadiga apresentados tanto pela economia norte-americana, quanto pela européia.

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