Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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México fecha acordo para congelar preço de alimentos

Nos últimos meses, vários países, querendo impedir o aumento dos preços, têm tomado medidas como a elevação dos impostos de exportação de alimentos ou até mesmo a suspensão das vendas para fora.

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Redação (02/03/2009)-  O governo mexicano anunciou um acordo com a indústria para congelar o preço de cerca de 150 alimentos, em uma tentativa de conter as pressões inflacionárias no país. Nos últimos meses, vários países, querendo impedir o aumento dos preços, têm tomado medidas como a elevação dos impostos de exportação de alimentos ou até mesmo a suspensão das vendas para fora.
O congelamento mexicano valerá até 31 de dezembro e inclui produtos como sucos, feijão, sardinha enlatada e frutas em conserva. Outros itens, como azeite de cozinha e farinha de trigo, continuarão com os seus preços estáveis pelo menos até o final do mês que vem. O congelamento vale apenas para algumas marcas específicas, de acordo com o pacto feito entre governo e empresários.

O presidente Felipe Calderón disse durante o anúncio que seu governo "continuará trabalhando fortemente para evitar que essa situação afete o bolso dos mexicanos, especialmente dos que menos têm". Ele atribuiu o aumento dos preços no país à alta "significativa" dos alimentos em todo o mundo nos últimos meses.

"Ao se manterem fixos, estáveis, os preços máximos desses produtos, vai se permitir verdadeiramente fazer uma enorme contribuição de apoio à economia familiar", afirmou Calderón no evento que reuniu representantes da indústria.

A inflação anual mexicana chegou no mês passado a 4,95%, atingindo o seu maior nível desde dezembro do ano passado e superando a meta do banco central do país, que é de 3%, com margem de tolerância de um ponto percentual para cima ou para baixo.

O acordo com a indústria é mais uma das ações tomadas recentemente pelo governo Calderón para impedir o aumento da inflação no país. No mês passado, o governo mexicano eliminou os impostos de importação de produtos como milho, arroz, trigo e fertilizantes, além de reduzir pela metade os tributos sobre o leite em pó vindo de fora. O milho é usado na fabricação das tortilhas, base da cozinha mexicana.

O pacote anunciado em maio também envolve o aumento da ajuda governamental às famílias mais pobres (medida que deve beneficiar cerca de 25% da população), a criação de uma reserva estratégica de milho, o congelamento dos preços da farinha de milho e do leite vendidos pelo Estado e a manutenção dos subsídios da gasolina, do diesel e do gás de cozinha -medida que custa ao governo cerca de US$ 19 bilhões ao ano.

Histórico

Não é a primeira vez que o governo mexicano toma medidas para conter a elevação da inflação. Em setembro do ano passado, Calderón já tinha suspendido o aumento dos preços dos combustíveis e da energia elétrica que foi aprovado pelo Congresso e que deveria começar a valer ainda em 2007. A elevação seria progressiva (levaria 18 meses, a partir de outubro do ano passado, até chegar ao seu teto), mas o presidente mexicano decidiu adiar a sua aplicação para este ano.

Também em 2007, em janeiro, pouco depois da posse de Calderón, vários setores populares fizeram protestos contra os aumentos dos preços de produtos alimentícios, principalmente a tortilha.

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