Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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RH

SC firma pacto com trabalhador rural

Em convenção, catarinenses fazem acordo coletivo estabelecendo piso salarial e insalubridade.

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), representante dos produtores rurais, e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de SC (Fetaesc) firmaram na quinta-feira um acordo coletivo estadual para o setor rural. A convenção estabeleceu piso salarial de R$ 500 mais 10% de insalubridade para quem trabalhar diretamente com defensivos agrícolas.

O acordo, o primeiro com abrangência estadual, era negociado há dois anos. A vigência será de 1º de julho até 31 de junho de 2010. Além das duas federações, serão signatários da convenção os sindicatos rurais dos patrões (112), e os sindicatos de trabalhadores rurais (180). A convenção será aplicada nos municípios onde não há acordo local ou se a cláusula da convenção estadual for mais favorável ao trabalhador.

Segundo o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, com o acordo poderão ser trazidos para a formalidade cerca de 70 mil trabalhadores hoje informais (mesmo número atual de formais). Antes do acordo, a maioria dos trabalhadores, segundo o vice-presidente da Fetaesc, Joãozinho Althoff, ganhava um salário mínimo (R$ 465) por mês. Para ele, quem ganha mais do que isso não sofrerá achatamento salarial.

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