Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Alimentos sobem menos e inflação pelo IPC-S fica em 0,34%

Taxa ficou menor que o 0,37% registrado na semana anterior.

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A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou um leve recuo na terceira semana de julho. O indicador, que havia ficado em 0,37% na semana anterior, passou para 0,34%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A maior influência para a desaceleração do IPC-S veio dos alimentos, que subiram 0,45% no período, menos que os 0,73% da semana anterior. Vieram do grupo os produtos com maior influência de baixa sobre o IPC. A liderança foi da batata-inglesa, que ficou em média 17,87% mais barata no período, seguida pela cenoura (-17,77%) e pelo tomate (-9,14%).

A taxa de vestuário também contribuiu para o recuo do IPC-S: os preços dos itens do grupo subiram em média 0,33%, após uma alta de 0,42% na semana anterior.

Os demais cinco grupos pesquisados pela FGV, no entanto, tiveram alta em suas taxas de variação, impedindo um recuo mais intenso do IPC-S. A maior aceleração veio do grupo habitação, onde a taxa passou de 0,35% para 0,50%. Os demais acréscimos foram registrados em educação, leitura e recreação (de -0,04% para 0,03%), despesas diversas (de 0,11% para 0,18%), saúde e cuidados pessoais (de 0,26% para 0,32%) e transportes (de 0,01% para 0,02%).

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