Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Economia

Alimentos sobem menos e inflação pelo IPC-S fica em 0,34%

Taxa ficou menor que o 0,37% registrado na semana anterior.

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A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) registrou um leve recuo na terceira semana de julho. O indicador, que havia ficado em 0,37% na semana anterior, passou para 0,34%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A maior influência para a desaceleração do IPC-S veio dos alimentos, que subiram 0,45% no período, menos que os 0,73% da semana anterior. Vieram do grupo os produtos com maior influência de baixa sobre o IPC. A liderança foi da batata-inglesa, que ficou em média 17,87% mais barata no período, seguida pela cenoura (-17,77%) e pelo tomate (-9,14%).

A taxa de vestuário também contribuiu para o recuo do IPC-S: os preços dos itens do grupo subiram em média 0,33%, após uma alta de 0,42% na semana anterior.

Os demais cinco grupos pesquisados pela FGV, no entanto, tiveram alta em suas taxas de variação, impedindo um recuo mais intenso do IPC-S. A maior aceleração veio do grupo habitação, onde a taxa passou de 0,35% para 0,50%. Os demais acréscimos foram registrados em educação, leitura e recreação (de -0,04% para 0,03%), despesas diversas (de 0,11% para 0,18%), saúde e cuidados pessoais (de 0,26% para 0,32%) e transportes (de 0,01% para 0,02%).

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