Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Custo do dinheiro

BC reduz juros

Juro básico cai para 8,75% ao ano. É a menor taxa desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em março de 1999.

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite de ontem (22/07), por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, passando de 9,25% ao ano para 8,75%.

É a menor taxa desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em cinco de março de 1999. Foi a quinta redução consecutiva.
Em comunicado por escrito, o BC disse que tomou a decisão “tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas”.

“Levando em conta que a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro tem efeitos defasados e cumulativos sobre a economia, o Comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não inflacionária da atividade econômica”, diz o restante da nota.

A ampla maioria dos agentes do mercado já previa um corte de 0,5 ponto percentual. O Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) classificou a decisão como “previsível”.

Isso, contudo, não impediu algumas apostas de última hora em uma queda maior, de 0,75 ponto, conforme notou o operador de juros de uma corretora em São Paulo.

Analistas estimam também que este seja o último corte do ano na taxa básica de juros, segundo o relatório Focus, pesquisa que o Banco Central realiza semanalmente com cerca de cem instituições financeiras que atuam no País. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de setembro.

Os juros são usados como política monetária pelo governo para conter a inflação. Com juros altos, as prestações ficam mais caras e as pessoas gastam menos, o que restringe o aumento dos preços.

Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros, que procuram o país.

Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais cuidadosas para tomar empréstimos e fazer expansões. Por causa disso, o emprego também não cresce tanto. É em razão desse efeito que os empresários reclamam contra os juros altos.

Quem decide os juros – O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

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