Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

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Para Amorim, Obama vê Doha da mesma forma que Bush via. Principal obstáculo são as demandas exageradas dos EUA.

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O principal obstáculo à conclusão da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) continua a ser as demandas exageradas dos Estados Unidos, mesmo depois que o presidente Barack Obama assumiu o poder, disse ontem o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Segundo ele, um acerto em torno dos princípios de liberalização comercial previstos na Rodada Doha é fundamental para garantir que não haverá o ressurgimento do protecionismo. Amorim afirmou que ainda é “cedo” para manifestar decepção quanto à atitude do governo Obama em relação às negociações comerciais, mas ressaltou que, nos primeiros seis meses da administração democrata, a posição americana “evoluiu pouco, de um momento de incerteza até uma posição muito semelhante à que os republicanos defendiam no final do ano passado”.

O ministro disse que há outras questões que são um entrave à conclusão da Rodada, como as salvaguardas agrícolas para alguns países em desenvolvimento. Ele enfatizou, porém, que o grande ponto que impede o desfecho das negociações é “a posição dos EUA em relação a produtos manufaturados”, caracterizada por “exigências excessivas”. Nesse cenário, o tradicionalmente otimista Amorim afirmou estar “cauteloso” quanto às perspectivas de final feliz para Doha, que terá mais uma reunião em Nova Délhi, na Índia.

Para ele, o governo Obama ainda está na fase de aprendizado, comum a toda nova administração. E esta fase, tudo indica, ainda não terminou. “É um processo que tem a ver com outros problemas internos dos EUA”, afirmou Amorim, que participou de seminário promovido pela Fundação Dom Cabral, em Nova Lima (MG), sobre o cenário global e as tendências para multinacionais de países emergentes.

E qual o plano B caso Doha não seja concluída? Para Amorim, “você pode dizer que o plano B óbvio é todo mundo se dedicar a acordos bilaterais, e nós vamos tratar de fazer os nossos também [em caso de fracasso da rodada]”. A questão, segundo ele, é que isso não resolve os problemas centrais que existem, como os subsídios agrícolas, “que foi o que motivou o começo da rodada”. Sem Doha, será necessário passar do plano A para o plano Z, afirmou ele, já que as negociações bilaterais são muito piores do que as multilaterais.

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