Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Copom recebe críticas

Indústria, varejo e trabalhadores criticam decisão do Copom de manter a Selic em 8,75% ao ano. Para CNI, interrupção da queda é “inaceitável”.

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Representantes de indústria e comércio e centrais sindicais criticaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros inalterada em 8,75% ao ano.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que já se tornou “cansativo” repetir as críticas. “O Copom não percebeu que estamos perdendo pontos no PIB [Produto Interno Bruto], empregos e renda, por não abaixar os juros.”
“Acho muito cansativo ficar repetindo a mesma coisa a cada anúncio. [Mas] não podemos ser omissos, é preciso seguir reivindicando crescimento, geração de emprego e renda”, afirmou Skaf em nota.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, por sua vez, disse ser “inaceitável” a interrupção na queda da Selic. Para ele, a superação da crise ainda está distante, apesar dos sinais de melhora na economia, e não há pressões inflacionárias para justificar a manutenção de juros elevados.

De acordo com o presidente da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP), Abram Szajman, a taxa Selic em 8,75% é “conservadora” para a situação atual do País. Ele também afirma que o risco de alta dos preços é baixo. A entidade questiona ainda as taxas de juros nas modalidades de empréstimos para o consumidor. “Essas taxas estão muito longe de um dígito. A maioria está na casa dos três dígitos.”

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) elogiou a atitude do Banco Central e disse que o problema maior reside no “spread” bancário – diferença entre a taxa a que o banco capta e a que ele empresta dinheiro. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, disse que a decisão frustra trabalhadores. “O BC, ao manter a taxa em patamares proibitivos, prejudica o setor produtivo.”

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