Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Cai o preço da cesta básica

Custo da cesta básica cai em nove capitais, mostra pesquisa do Dieese. A maior baixa foi em Natal (3,22%), com o valor da cesta em R$ 194,11.

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O preço da cesta básica teve redução em agosto em nove das 17 capitais onde é realizada a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na apuração anterior, o custo tinha caído em 14 das 17 capitais. Comparando-se ao valor de agosto do ano passado, foram constatadas quedas em 12 capitais. Já no acumulado de janeiro a agosto deste ano, 15 capitais registraram variações negativas.

A maior baixa foi em Natal (3,22%), com o valor da cesta básica em R$ 194,11. Aracaju foi a capital onde a cesta básica ficou com o menor valor –  R$ 168,06 – 3,12% inferior ao de julho. Nas demais capitais o valor da cesta básica foi o seguinte: Fortaleza, R$ 176,57, com queda de 3,05%); João Pessoa, R$ 178,12, queda de 3,02%); Salvador, R$ 191,12, queda de 2,34%); Recife, R$ 186,31, queda de 2,09%); São Paulo, R$ 225,69, queda de 0,65%; Belo Horizonte, R$ 213,51, queda de 0,48% e Brasília, R$ 217,27, queda de 0,23%.

A cesta mais cara foi encontrada em Porto Alegre, custando R$ 238,67%,  0,51% acima do valor de julho. Com base nesse valor, o Dieese estimou que o trabalhador precisaria de uma renda mínima de R$ 2.005,07 para suprir as necessidades da família, incluindo os gastos com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Para o trabalhador que ganha o salário mínimo ( R$ 465,00), foi necessário cumprir uma jornada de 96 horas e 37 minutos na média das capitais pesquisadas, um pouco abaixo da média de julho, que foi de 97 horas e 12 minutos. Em agosto do ano passado, esse tempo era maior: 110 horas e 12 minutos.

Segundo o coordenador da pesquisa, o economista José Maurício Soares, em relação ao ano passado houve maior oferta de produtos, o que barateou o valor dos itens no mercado doméstico na maioria das capitais pesquisadas. O preço do feijão, por exemplo, caiu em 11 capitais com a maior queda registrada em Goiânia (-9,75%), seguida de Curitiba (-6,43%). O óleo de soja ficou mais barato em nas 17 capitais, com destaque para Porto Alegre (-8,88%), Brasília (-7,26%), Vitória (-7,14%) e Aracajú (-7,09%).

O preço da manteiga subiu em 11 cidades, com variações mais expressivas em Manaus (5,09%), Natal (2,65%) e Fortaleza (2,38%). Nas localidades onde esse produto ficou mais barato as quedas mais significativas ocorreram em Goiânia (-7,46%), Vitória (-7,46%) e Recife (-4,49%).

O açúcar subiu de preço em oito capitais, alcançando 9,55% de alta em Salvador e 5,52% em Belém. De acordo com análise técnica do Dieese, com a proximidade do final da colheita da cana-de-açúcar na região Centro-Sul, os preços tendem a cair.

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