Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Comércio internacional

BR estuda proteção ao trigo

Grupo técnico vai estudar possibilidade de aumento do imposto na importação do trigo. Medida visa proteger o produtor brasileiro e garantir o preço do produto nacional.

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O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) discutiu ontem (22/09) a possível elevação da alíquota do Imposto de Importação na compra de trigo, nos termos da proposta do ministro da Agricultura e Abastecimento, Reinhold Stephanes. A decisão, no entanto, foi transferida para grupo técnico que será instalado amanhã (23).

O ministro Stephanes chegou à reunião da Camex com o pleito de aumentar a alíquota dos atuais 10% para 35% em compras de trigo vindo de fora do Mercosul, o que afeta o Canadá e os Estados Unidos, principalmente.

O argumento do ministro é que é preciso proteger o produtor brasileiro, que está em fase de conclusão da colheita de trigo, e garantir o preço do produto nacional. Ele considera a alíquota de 10% muito baixa, por causa dos subsídios dados à produção de trigo por outros países.

“A discussão é delicada”, afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, depois da reunião da Camex.

Ele acha justa a preocupação do ministro da Agricultura, no sentido de defender a produção nacional de trigo, mas ressalta também a preocupação do governo em não deixar faltar o produto.

Barral disse que o consumo nacional está em torno de 12 milhões de toneladas anuais, das quais o Brasil importa de 6 a 7 milhões de toneladas, em grande parte da Argentina. Parte do trigo importado vem também do Uruguai e do Paraguai.

Ele disse que, além da colheita atual, os estoques de trigo estão em “nível confortável”, uma vez que o Brasil já importou, neste ano, 3,8 milhões de toneladas (2,4 milhões da Argentina). O problema, acrescentou, é que “não pode entrar [no país] tanto trigo que prejudique a produção nacional, nem pouco trigo que afete o abastecimento”.

A reunião de hoje teve a participação dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; e da Agricultura. Também integram o Conselho de Ministros da Camex representantes das Relações Exteriores, Fazenda, Desenvolvimento Agrário e Casa Civil.

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