Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Moratória da Carne

Decisão bilateral?

Para produtor de carne, moratória assinada por empresas frigoríficas e Greenpeace deveria ter sido mais discutida com os membros da cadeia.

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Reunidos na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), representantes da Federação, Imea, Acrimat e Ampa fizeram nessa terça-feira (6) uma ampla discussão sobre o documento assinado por empresas frigoríficas e a organização não-governamental Greepeace, que estipula critérios mínimos para operações com gado no bioma Amazônico, a chamada ‘moratória da carne’.

“Esta decisão bilateral não ajuda o produtor, o consumidor e muito menos a economia de Mato Grosso”, afirma o presidente da Famato, Rui Prado. Para ele, é estranho que o governo do Estado compactue com tal medida, já que Blairo Maggi participou do ato de assinatura da moratória e oficializou o compromisso de Mato Grosso. “O governo estadual precisa estar do lado de Mato Grosso. Precisa respeitar o setor agropecuário, que muito contribui com o desenvolvimento deste Estado gerando riquezas, empregos e renda para os cidadãos mato-grossenses”, declarou.

Outra crítica do setor produtivo é em relação à exclusão do setor em qualquer tipo de discussão. “Em nenhum momento produtores ou suas entidades foram chamados para tratar deste assunto. Ficamos alijados deste processo e agora, mais uma vez, vamos pagar por pecados que não cometemos” disse Normando Corral, vice-presidente da Federação. Produtores devem se reunir com o governador na próxima semana.

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