Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Alimentação animal

Câmbio prejudica indústria de ração

Real forte trouxe impactos para o setor de nutrição em 2009. Para Sindirações, valorização cambial compromete o desempenho de toda a cadeia.

A apreciação do real frente ao dólar trouxe efeitos nocivos para a indústria brasileira de alimentação animal em 2009. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), além dos efeitos indiretos – como comprometer a competitividade da carne brasileira no mercado internacional – a valorização cambial da moeda brasileira impactou diretamente o desempenho do setor de nutrição animal.

“O real forte onera a operação das empresas”, afirma Ariovaldo Zanni, diretor-executivo do Sindirações. “Para as companhias que atuam no Brasil – cujas negociações comerciais são balizadas em dólar e as despesas pagas em real – há a necessidade de vender mais ou optar pelo reajuste de preços, a fim de cobrir a diferença da cotação entre as moedas e saldar custos e despesas”, argumenta.

Mas para a indústria brasileira de alimentação animal, que é grande importadora de aditivos, o dólar desvalorizado não seria uma vantagem? “Às vezes é fácil pensar que o dólar desvalorizado aliviaria os custos de produção das empresas”, afirma Zanni. “Acontece que essa [importação de insumos] é apenas uma parte das despesas de cada companhia do setor. Sua planilha de custos, sua folha de pagamentos, entre outras coisas, são todas balizadas pela moeda local”, responde.

Para Zanni, a política cambial brasileira compromete o desempenho de toda a cadeia de produção instalada no País, do fornecedor de insumos ao exportador. “Em qualquer situação a apreciação da moeda local é deletéria, traumática e perniciosa”, sentencia o executivo.

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