Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Alimentação animal

Câmbio prejudica indústria de ração

Real forte trouxe impactos para o setor de nutrição em 2009. Para Sindirações, valorização cambial compromete o desempenho de toda a cadeia.

A apreciação do real frente ao dólar trouxe efeitos nocivos para a indústria brasileira de alimentação animal em 2009. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), além dos efeitos indiretos – como comprometer a competitividade da carne brasileira no mercado internacional – a valorização cambial da moeda brasileira impactou diretamente o desempenho do setor de nutrição animal.

“O real forte onera a operação das empresas”, afirma Ariovaldo Zanni, diretor-executivo do Sindirações. “Para as companhias que atuam no Brasil – cujas negociações comerciais são balizadas em dólar e as despesas pagas em real – há a necessidade de vender mais ou optar pelo reajuste de preços, a fim de cobrir a diferença da cotação entre as moedas e saldar custos e despesas”, argumenta.

Mas para a indústria brasileira de alimentação animal, que é grande importadora de aditivos, o dólar desvalorizado não seria uma vantagem? “Às vezes é fácil pensar que o dólar desvalorizado aliviaria os custos de produção das empresas”, afirma Zanni. “Acontece que essa [importação de insumos] é apenas uma parte das despesas de cada companhia do setor. Sua planilha de custos, sua folha de pagamentos, entre outras coisas, são todas balizadas pela moeda local”, responde.

Para Zanni, a política cambial brasileira compromete o desempenho de toda a cadeia de produção instalada no País, do fornecedor de insumos ao exportador. “Em qualquer situação a apreciação da moeda local é deletéria, traumática e perniciosa”, sentencia o executivo.

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