Mercado suinícola está bastante lento na segunda quinzena de janeiro. Segundo o Cepea, cenário ocorre por conta da retração de compradores, os quais se deparam com recuo da demanda.
Demanda pressiona carne e suíno vivo no Sudeste
As negociações de suínos vivos estão em ritmo bastante lento na segunda quinzena de janeiro no Sudeste. De acordo com pesquisas do Cepea, este cenário ocorre por conta da retração de compradores, os quais se deparam com recuo da demanda e, por conseqüência, dos preços da carne no atacado.
A tentativa de produtores em manter baixa a oferta, que chegou a sustentar as cotações nas semanas anteriores, nesta, já não é suficiente. Suinocultores que precisam comercializar acabam entregando o animal a valores mais baixos.
Na região SP-5 (Campinas, Bragança Paulista, Sorocaba, Piracicaba e São Paulo), o suíno vivo foi comercializado a R$ 2,47 o quilo na quinta-feira (21/01) recuando 5,7% entre 14 e 21 de janeiro. O valor médio da carcaça comum suína também recuou 1,3% no atacado da capital paulista entre a 14 e 21 de janeiro, com o preço do quilo indo para R$ 3,80.
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