Preço pago ao suinocultor gaúcho volta a subir após 14 meses. Veja cotações em MG, SC, GO, DF e SP.
Suíno em alta no RS

Os preços pagos aos criadores pelo quilo vivo do suíno voltaram a subir após 14 meses de perdas. De acordo com o presidente da Acsurs, Valdecir Folador, o custo de produção, que em novembro era de R$ 2,40 por quilo, caiu para R$ 2,10 em março. No mesmo período, o preço do quilo pago ao produtor subiu de R$ 2,00 para R$ 2,45 para os não integrados. “Isso se deve à queda no valor do milho e do farelo de soja somada à demanda aquecida e oferta ajustada.”
A expectativa do dirigente é que a recuperação continue para que o produtor possa repôr a perda média de R$ 40,00 por animal negociado no período. “Precisamos que o preço suba até a casa dos R$ 2,70, o que deve acontecer ao longo do ano.”
O setor ainda comemora a aprovação do PL 201/2009, que inclui a carne suína na merenda escolar (Correio do Povo).
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Outros Estados- Segundo a Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS), o valor do quilo suíno para o produtor independente é R$ 2,35. O integrado recebe R$ 2,00. Em Minas Gerais, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), o quilo suíno no atacado é comercializado em R$ 2,60. A Associação Goiana de Suinocultores (AGS) informa preços a R$ 2,60 o quilo em Goiás e Distrito Federal.
Em São Paulo, segundo a Jox Assessoria Agropecuária, as vendas de carcaças suínas in natura continuam mostrando volumes retraídos. Como agravante, existe a quaresma, onde muitos consumidores não comem carne por motivos religiosos. Os preços praticados, embora basicamente inalterados, estão muito pressionados, uma vez que os frigoríficos, não conseguindo colocar grandes quantidades de mercadoria, acabam transigindo. No mercado físico de cevados, as disponibilidades são ajustadas e as cotações, a despeito das pressões dos compradores, estão inalteradas. O terminado é cotado entre R$ 48,00 e R$ 49,00 a arroba.





















