Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

O peso dos alimentos

Queda recorde no comércio foi puxada por inflação de alimentos, diz IBGE. Vendas no comércio no País recuaram 3% em abril na comparação com o mês anterior.

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O choque de preços de alimentos foi o principal responsável pela redução de 0,7% em abril ante março nas vendas do setor de hiper, supermercados e demais lojas de produtos alimentícios, bebidas e fumo, que tem o maior peso no indicador de varejo divulgado ontem (16/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na média entre os ramos pesquisados, as vendas no comércio no país recuaram 3% em abril na comparação com o mês anterior, apresentando a maior queda nesse confronto em toda a série histórica, iniciada em 2000.

No acumulado de janeiro a maio, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) apresentou alta de 3,09%. Somente os alimentos avançaram 5,48% nesse intervalo, terceira maior alta desde 1995. A inflação nesse setor já supera nesses cinco meses os 3,18% registrados ao longo de todo o ano de 2009.

Para o economista Reinaldo Pereira, do IBGE, além da inflação mais alta, o resultado sofreu o impacto do fim da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos e eletrodomésticos.

No caso de veículos, a queda de 11,7% não influencia o indicador de varejo, pois o ramo também vende no atacado e não integra o índice. Presisona, porém, o resultado do varejo ampliado, cuja retração foi de 4,7% de março para abril.

Para Pereira, não foi apenas o varejo que mostrou arrefecimento em abril, tendência compartilhada por outros indicadores de atividade da economia. “O comércio tem tudo para voltar a crescer e registrar um bom desempenho em 2010. Outros indicadores mostraram que a economia está em processo de desaceleração.”

De acordo com o economista, a queda de 3% “é pontual” e “reflete uma acomodação do setor após três meses seguidos de crescimento”. Na visão de Pereira, todos os indicadores que sustentaram o nível de atividade do comércio nos últimos meses continuam presentes: alta do emprego, elevação da renda e maior oferta de credito.

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