Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Brasil livre de aftosa

País quer ficar livre da febre aftosa ainda em 2011. Alguns Estados poderão parar de vacinar, enquanto outros manterão o controle do vírus com vacinação. A previsão é de Sebastião Guedes, presidente do Conselho Nacional da Pecuária de Corte e membro do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa na América do Sul.

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O Brasil espera estar livre da aftosa no próximo ano. Alguns Estados poderão parar de vacinar, enquanto outros manterão o controle do vírus com vacinação. A previsão é de Sebastião Guedes, presidente do Conselho Nacional da Pecuária de Corte e membro do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa na América do Sul.

Guedes, que coordenou seminário sobre aftosa na Feicorte nesta semana, acredita que o país precisa evoluir no controle da doença em algumas regiões.

Internamente, é necessária a ampliação das áreas sem vacinação, mas isso tem de ser feito com boa programação. Paraná poderá se somar a Santa Catarina e eliminar a vacinação, mas em alguns Estados o pedido do fim de vacinação ainda não se justifica, segundo Guedes.

O controle no Rio Grande do Sul é bom, mas o fim da vacinação só deve ocorrer em uma ação com Uruguai e Argentina. Em Mato Grosso do Sul, o controle melhorou, mas ainda existe uma zona de alta vigilância na divisa com o Paraguai.

Mato Grosso é um dos Estados que querem parar de vacinar, mas Guedes acha difícil o controle da doença sem vacinação. O Estado faz divisa com a Bolívia, que não deve ter o controle da doença antes de dois a três anos.

Os maiores problemas do Brasil continuam no Nordeste e na Amazônia, mas os investimentos dos últimos anos mostram um controle mais eficiente, diz ele.

A situação é um pouco mais complicada nos vizinhos. As maiores preocupações são a Bolívia e a região do Chaco. Além disso, Equador e Venezuela ainda necessitam de três a quatro anos para regularizar a situação.

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