Mesmo em início de mês, as cotações da carne suína, conforme dados do Cepea, tiveram apenas ligeiras variações no atacado resistente da capital paulista.
Atacado resiste a novas altas do suíno
Pela segunda semana, as cotações da carne suína, conforme dados do Cepea, tiveram apenas ligeiras variações no atacado da capital paulista, sinalizando a resistência de atacadistas para aceitar o novo patamar de preços mesmo neste período de início de mês.
Segundo pesquisas do Cepea, com as cotações estáveis no atacado, frigoríficos não se dispõem a pagar mais para os suinocultores, e os preços do vivo também estacionaram na maioria das regiões.
Suinocultores de várias regiões consultados pelo Cepea, no entanto, apontam que a oferta segue restrita. Há poucos animais prontos para o abate e aqueles que são vendidos estão sendo entregues com baixo peso.
Leia também no Agrimídia:
- •Conflito no Oriente Médio deve pressionar custos e alterar fluxos globais da suinocultura, aponta Rabobank
- •Nota fiscal eletrônica passa a ser obrigatória para produtores rurais no Rio Grande do Sul a partir de maio
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026
Os valores do quilo suíno, divulgados ontem (09/09) pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), seguem na tabela abaixo:
Cotações Máx
SP R$ 3,04
PR R$ 2,75
SC R$ 2,55
GO R$ 3,15
RS R$ 2,77
MG R$ 3,15
DF R$ 3,00
MS R$ 2,50
MT R$ 2,60
CE R$ 3,56





















