Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Exportação

Com retomada nas vendas para a Ucrânia, suinocultores gaúchos projetam recuperação no segundo semestre

Queda nas exportações nos primeiros seis meses do ano afetou produtores do Estado.

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Com retomada nas vendas para a Ucrânia, suinocultores gaúchos projetam recuperação no segundo semestre

Estão no Leste Europeu e no Japão duas das esperanças dos produtores de suínos do Estado para equilibrar as contas e retomar o lucro que foi consumido no primeiro semestre deste ano.

Depois de um ensaio de bons preços no início de 2013, a cotação da carne suína despencou quando a Ucrânia, maior comprador do Brasil em volume, fechou as portas às importações brasileiras. Os animais que já estavam prontos para abate ou sendo terminados acabaram invadindo o mercado nacional. Como a Ucrânia adquiria metade das exportações gaúchas de suínos, a carne que não embarcou para o Leste Europeu acabou ficando por aqui e derrubou as cotações no mercado interno.

Produtores como Mauro Gobbi, de Rondinha, exemplificam o baque no setor depois de 20 de março, quando o embargo foi anunciado. Com alojamento médio de 8 mil animais, Gobbi chegou a negociar o quilo por R$ 2,80 no início do ano. Um bom preço, como diz. Na última venda, não conseguiu mais do que R$ 2,40.

“O produtor não tem como suspender a criação de uma hora para outra. O que produzíamos para a Ucrânia ficou no Brasil. Com tanta oferta, perdemos uns R$ 40 por animal. No final das contas, foram R$ 300 mil que deixaram de entrar”, lamenta Gobbi.

Para se ter uma ideia do impacto da suspensão, basta olhar os números das exportações gaúchas entre abril e maio, dois meses que ficaram prensados entre o embargo e a liberação, no dia 19 de junho. A queda, em valores, chega a quase US$ 13 milhões no comparativo com os mesmos dois meses de 2012, quando os embarques somaram US$ 63,48 milhões, ante US$ 50,9 milhões, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Vendas catarinenses para o Japão beneficiam os gaúchos – Com o primeiro semestre do ano considerado perdido, a expectativa é recuperar parte do dano neste semestre. A retomada do mercado ucraniano já começa a se refletir em embarques. E mesmo as vendas de Santa Catarina para o Japão tendem a ajudar os gaúchos a levar a conta para o azul.

“A carne que Santa Catarina vai mandar ao Japão, que abriu o mercado para os criadores de lá porque o Estado é zona livre de aftosa sem vacinação, vai retirar o excesso de produto no mercado interno. E isso elevará os preços. De uma forma ou de outra, mesmo quem não exporta para o Japão sai ganhando”, explica o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul, Valdecir Folador.

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