A oferta restrita de animais e a demanda interna firme têm sustentado as altas de preços do suíno vivo e da carne em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.
Menor oferta e demanda aquecida elevam preços do suíno vivo

A oferta restrita de animais e a demanda interna firme têm sustentado as altas de preços do suíno vivo e da carne em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Além disso, a tradicional retomada das exportações vem se confirmando, o que pode reforçar os aumentos nos valores praticados no mercado doméstico.
Entre 12 e 19 de março, a carcaça comum suína se valorizou 5,4%, com o quilo cotado a R$ 5,17 nessa quarta-feira, 19, no atacado da Grande São Paulo. Para a carcaça especial, a média dessa quarta, de R$ 5,48/kg, correspondeu a um aumento de 5,3% na mesma comparação. Segundo colaboradores do Cepea, os altos patamares de preços da carne bovina mesmo durante a segunda quinzena, período em que a população está menos capitalizada, continuam contribuindo para elevar a demanda das carnes substitutas (suína e de frango).
Para o suíno vivo, os preços subiram 8,7% na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), com o animal negociado a R$ 3,57/kg nessa quarta-feira.
Leia também no Agrimídia:
- •Conflito no Oriente Médio deve pressionar custos e alterar fluxos globais da suinocultura, aponta Rabobank
- •Nota fiscal eletrônica passa a ser obrigatória para produtores rurais no Rio Grande do Sul a partir de maio
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026





















