Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Câmbio

Queda do dólar desagrada exportadores de carnes

Redução ultrapassa 6,5% e prejudica rendimento dos produtores de aves, mas o momento é bom para quem precisa comprar insumos.

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Queda do dólar desagrada exportadores de carnes

A moeda norte-americana caiu quase 4% nos últimos dias e está cotada abaixo dos R$ 2,20. As exportações são prejudicadas, já que os contratos foram firmados com valores mais altos e estão sendo pagos abaixo do orçamento.

No caso da avicultura, a instabilidade da moeda está atrapalhando o rendimento dos produtores.

“Imagina um contrato fechado a R$ 2,40, que vai receber R$2,20, e ainda com oscilação no percurso, atrapalhando tudo. Não é por outra razão que a balança comercial tá com déficit. Não é por outra razão que nós estamos exportando menos e importando mais”, explicou Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A taxa cambial deve se manter estável nesse patamar, pelo menos até as eleições, em outubro. Segundo analistas, esta á uma estratégia do governo para conter a inflação. O ministro da Agricultura, Neri Geller, aposta que a abertura de novos mercados, como a entrada de milho brasileiro na China, vá compensar o prejuízo cambial às exportações.

“O mercado interno está muito aquecido, a demanda mundial muito forte com novos mercados que estão abrindo. Eu tenho muita tranquilidade. A queda do dólar acaba dificultando um pouco, mas por outro lado acaba baixando o custo de produção aqui no Brasil, então é muito relativo”, afirma o ministro.

Para a Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carne (Abiec), a cotação, apesar de atrapalhar, não vai mudar a meta para 2014, que é comercializar mais de US$ 8 bilhões.

Por outro lado, a desvalorização do dólar beneficia as importações. O momento é bom para quem precisa comprar insumos.

“A gente não pode esquecer que dos insumos que são importados. São os precursores que utilizados na alimentação animal. O Brasil não produz vitaminas, aminoácidos, os moduladores do desempenho zootécnico. Estes produtos quando há uma desvalorização do dólar, acabam ficando um pouco mais baratos. Então, se desembolsa menos para comprá-los”, chama a atenção Ariovaldo Zani, vice-presidente do Sindirações.

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