Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Preços

Alimentos pressionam inflação no país

Responsável por mais de um terço da inflação, o grupo alimentação e bebidas foi o que mais cresceu

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Alimentos pressionam inflação no país

Os reflexos da menor oferta de produtos agrícolas no mercado interno, por conta de problemas climáticos e pelo crescimento das exportações, estão sendo sentidos num dos pontos mais sensíveis da economia: o prato dos brasileiros. Os preços nas alturas de alimentos essenciais para a população, como feijão, arroz e leite, já começam a pressionar a inflação brasileira.

O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumula alta de 9% nos últimos 12 meses. Responsável por mais de um terço da inflação, o grupo alimentação e bebidas foi o que mais cresceu no período, chegando a 12,4%.

“Esses itens têm peso significativo na cesta básica dos brasileiros, refletindo diretamente na inflação”, explica Vanessa Neumann Sulzbach, economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Produtos como arroz, feijão e leite foram impactados por problemas climáticos, que reduziram o volume das safras colhidas no país e também atrasaram o desenvolvimento de pastagens. Já a valorização da soja e do milho, principais componentes da ração animal, é provocada pelo aumento do apetite externo pelos grãos.

“Os preços de aves, suínos e bovinos podem subir pelo encarecimento dos custos dessas criações”, destaca André Braz, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Mesmo com as recentes pressões, o economista prevê que os alimentos não fecharão o ano como vilãos da inflação. A previsão é de recuo dos preços nos próximos meses, trazendo um alívio aos consumidores.

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