Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado

Brasil cresce em produção e receita com exportação de carne suína

Preço médio por tonelada passa de US$ 2,5 mil; receita com os embarques deve crescer até 27%, estima Expedição Suinocultura 2017

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Brasil cresce em produção e receita com exportação de carne suína

Enquanto a oferta global de carne suína está em queda, a produção cresce no Brasil. O cenário, que favorece as cotações, beneficia sobremaneira as exportações brasileiras. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o valor pago por tonelada da proteína no mercado internacional está 26,34% mais alto para o período, chegando ao patamar médio de US$ 2,5 mil/t, contra US$ 1,9 mil/t praticado em 2016. Os embarques, no entanto, devem fechar 2017 com índice semelhante ao do ano passado, conforme dados da Expedição Suinocultura. Com a manutenção do volume embarcado e os preços em alta, a receita tem potencial para crescer até 27%.

Por questões ambientais e sanitárias, a China reduziu o número de matrizes e, consequentemente, a produção de suínos. O maior consumidor e produtor da proteína no mundo passou a importar mais, abrindo espaço para a carne brasileira. “Sempre ocupamos o 4º lugar nas exportações, mas nunca tivemos tanto volume. Em 2016, colocamos carne suína no mercado internacional e alcançamos a marca de 732,9 mil toneladas. A considerar o desempenho surpreendente em 2016, este ano a tendência é de estabilidade em volume embarcado”, avalia o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador da Expedição Suinocultura, Giovani Ferreira.

Para 2017, a estimativa do projeto técnico-jornalístico aponta crescimento de até 1% nos embarques (740,2 mil toneladas), 2% em produção (3,77 milhões de toneladas) e 27% na receita da suinocultura com exportações (US$ 1,81 bilhão). O abate de suínos cresceu 1,3% entre janeiro e agosto, sendo a única proteína animal com salto positivo em produção no acumulado deste ano. Quando o assunto é receita, o Brasil já acumula alta de 24,1%. Os dados parciais deixam o setor otimista com o desempenho que pode ser alcançado em 2017.

O desafio, a partir de agora, será continuar derrubando barreiras sanitárias para conquistar novos mercados. Para tanto, segundo o gerente de produtos da MSD Saúde Animal, Robson Gomes, será preciso investir ainda mais em tecnologia e bem-estar animal. “Sanidade é um fator determinante para o sucesso da suinocultura. A produção de suínos brasileira tem alto nível sanitário e permite atingirmos os melhores índices de produtividade. Investimentos em prevenção, biossegurança e rastreabilidade são cada vez mais considerados nos sistemas de produção brasileiros, assim como melhorias nas condições do bem-estar animal e uso consciente de antimicrobiano”, destaca.

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