Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado

Aurora amplia em 10% abate diário de suínos

O abate crescerá dos atuais 18.000 para 19.825 cabeças/dia informou o presidente Mário Lanznaster

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Aurora amplia em 10% abate diário de suínos

Mário Lanznaster, presidente da Aurora AlimentosA Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo brasileiro de proteína animal – anunciou que ampliará em 10% o abate industrial diário de suínos até o fim deste ano. O abate crescerá dos atuais 18.000 para 19.825 cabeças/dia informou o presidente Mário Lanznaster.

De acordo com o gerente de operações da Aurora, Celso Cappellaro, o aumento da produção permitirá otimizar as plantas com pequenos investimentos para atender as demandas dos mercados interno e externo.

Essa ampliação prioriza matéria-prima para industrializados de produção em 75% para o mercado interno e 25% para o mercado externo.

As plantas instaladas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul iniciaram em setembro e chegam a sua plenitude durante o mês de outubro. São Gabriel do Oeste atingirá a meta em Janeiro de 2018.

A nova configuração de abate das unidades passa a ser esta: Chapecó FACH 1 (dos atuais 4.630 para 5.230 cabeças/dia), Chapecó FACH 2 (dos atuais 2.000 para 2.600 cabeças/dia), São Miguel (mantém 1.945 cabeças/dia) e São Gabriel do Oeste (dos atuais 3.000 para 3.200 cabeças/dia).

A unidade de Joaçaba passará de 3.000 para 3.200 cabeças/dia e Sarandi dos atuais 1.770 para 2.000 cabeças/dia. Erechim mantém as atuais 1.650 cabeças/dia.

Os planos de expansão são arrojados. O planejamento para o aumento da produção estabelece que, até 2025, a Aurora atingirá um abate de 25.000 suínos/dia, antecipa o presidente.

Em 2016, as sete plantas industriais de suínos da Cooperativa Central Aurora Alimentos totalizaram o abate de 4 milhões 546 mil cabeças, incremento de 1,6% sobre o ano anterior. Neste ano de 2017 o abate fechará em 4 milhões 718,2 mil suínos, com incremento de 3,77% (aumento de 171.390 animais). No ano passado, a produção in natura de carnes suínas cresceu 2,9% para 383,9 mil toneladas; a industrialização permaneceu estável (+0,6%) em 307,4 mil toneladas.

A produção integrada do sistema Aurora e suas cooperativas filiadas envolve, na cadeia de suínos, 3.444 produtores cooperados, 199 mil matrizes e um plantel permanente de 1 milhão e 800 mil animais a campo.

Otimismo  

O presidente Lanznaster mostra que o cenário, este ano, está bem melhor que em 2016, quando a alta do dólar e a escassez de milho no mercado interno impactaram violentamente nos custos de produção. “Mesmo assim, a suinocultura brasileira teve um bom desempenho nas exportações, ampliando nossa presença, especialmente na Ásia. A Rússia retomou com força o nível das importações e as vendas para Hong Kong também tiveram um aumento considerável. Com a habilitação de novas plantas, a China se consolidou entre os cinco maiores compradores de carne suína do Brasil.”

O otimismo do dirigente é confirmado pelos números. Em 2017, as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos) acumulam divisas 17,6% superiores na comparação com os nove primeiros meses de 2016.

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