Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Levantamento

PIB do agro sobe em março, mas resultado no 1º trimestre é negativo

Agricultura tem desempenho negativo no ano, enquanto pecuária teve alta

PIB do agro sobe em março, mas resultado no 1º trimestre é negativo

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio teve alta de 0,10% em março, mas nos primeiros três meses do ano o resultado foi de queda de 0,11%, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O resultado mensal foi puxado pela pecuária, que subiu 0,52%, enquanto o segmento agrícola caiu 0,05%. O estudo mostrou elevação nos setores de insumos (0,83%), agroindústria (0,16%) e serviços (0,12%) em março, enquanto no mesmo período o setor primário recuou 0,17%.

Já no trimestre, a agricultura teve retração de 0,16%, influenciada principalmente pela queda de 2,18% na atividade primária, apesar da variação positiva nos outros elos da cadeia produtiva do agro. A pecuária teve variação de 0,04%, com crescimento verificado nos ramos de insumos (2,14%) e na produção primária (2,29%).

O segmento de insumos teve o melhor desempenho dentro da cadeia do agronegócio no primeiro trimestre, de 3,45%. Na agricultura, a alta foi de 4,05%, impulsionada pelos fertilizantes, que tiveram altas expressivas nos preços, e pelo crescimento da produção de defensivos. Na pecuária, a alta de 2,14% no período foi puxada pelos preços das rações.

Na produção primária, apesar de os preços subirem, a elevação dos custos de produção segue reduzindo a rentabilidade gerada no agronegócio.

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