Destaque Todas Páginas

Porco à Paraguaia

O prato foi o principal atrativo no último dia da Suinfest, que contou com a presença de produtores de outras regiões de Minas e até outros Estados.

Compartilhar essa notícia

Porco à Paraguaia
Marcelo ao lado de sua obra, quase pronta para servir

Redação SI 23/07/2004 06h50 –  Os visitantes que foram ao último dia do Suinfest, realizado em Ponte Nova (MG), puderam saborear um porco à paraguaia. Três animais inteiros foram assados por pouco mais de seis horas. O prato já é preparado há cerca de quatro anos por Marcelo Daltoé, proprietário de uma empresa de representação e distribuição de medicamentos veterinários em Minas Gerais. A receita e o modo do prepraro, Daltoé aprendeu com um amigo, quando o acompanhava na preparação do porco à paraguaia em diversas festas. “O porco tem que ficar quatro horas assando para depois o tombarmos e colocarmos o tempero”, explica Daltoé. Depois, mais duas horas assando e ele está pronto para ser servido.

Porco à Paraguaia
Visitação aos estandes no último dia

“É uma curiosidade saborosa para o pessoal experimentar e apreciar a qualidade da carne suína”, ressalta Henrique Marinho Monteiro, presidente da Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap). Segundo a organização, o último dia contou com a vinda de suinocultores de municípios mineiros como Barbacena, Mercês e Pará de Minas, além de oriundos dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. “Nesta edição tivemos uma melhor participação dos produtores, que é o enfoque de nosso evento”, afirma Monteiro. O objetivo da Assuvap é consolidar a Suinfest com uma feira de negócios. O pólo suinícola do Vale do Piranga compreende 65 municípios da Zona da Mata, localizada ao norte de Minas Gerais, e conta atualmente com cerca de 45 mil matrizes.

 

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328