Diretor Internacional da TOPIGS explica como a genética abre mercados para a suinocultura.
Experiência de mercado
Redação SI 10/11/2004 – Peter Van Kemenade, diretor da TOPIGS International, que inclui Espanha, Portugal e América Latina, esteve no Brasil entre os dias 20 e 22 de outubro para visitar a TOPIGS do Brasil e estreitar o relacionamento com o mercado brasileiro. Segundo Peter, a suinocultura brasileira é, além de muito profissional, competitiva e vem crescendo de forma significativa. A genética, por exemplo, é um fator que favorece o desenvolvimento da suinocultura. “Fazemos questão de manter contato com o mercado e prestigiar a TOPIGS pelo trabalho que vem realizando no País”, disse o diretor.
Segundo ele, uma das questões mais importantes para o fortalecimento da suinocultura brasileira aqui e no exterior é a sanidade. “Hoje existe uma exigência do mercado externo em relação a este fator. A TOPIGS trabalha pensando justamente neste mercado. Com uma genética voltada para o desenvolvimento do setor, a empresa visa diminuir o custo da produção e ao mesmo tempo suprir a necessidade de uma sanidade adequada ao mercado”, explicou.
Peter ainda enfatizou, durante a sua passagem pelo País, a diferença entre o mercado brasileiro e o europeu. “Na Europa, existe um mercado mais diversificado. O que fazemos é diversificar, produzindo linhas genéticas de acordo com cada necessidade, cada mercado. No Brasil não é muito diferente, pois o foco do país hoje é a exportação. Por isso trabalhamos também para adequar a suinocultura brasileira ao mercado externo”.
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