Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Evolução da suinocultura brasileira industrial

Nas décadas de 70 e 80, a suinocultura no Brasil passou por várias transformações. Entre elas, a mudança do suíno tipo banha para o suíno tipo carne. Veja nesta análise.

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Redação SI 19/10/2004 – Confira a análise da evolução da produção suína tecnificada no Brasil, nas décadas de 70 e 80, feita por Fernando Pereira, diretor Superintendente da Agroceres PIC, so site Suinocultura Industrial.

“Foram enormes as transformações experimentadas pela suinocultura brasileira desde os anos 70 até os dias atuais. Talvez o principal marco dos anos 70 tenha sido a consolidação da mudança do uso de um suíno tipo banha para o tipo carne. Contribuiu para essa mudança a entrada, nesta década, de empresas de melhoramento genético de suínos, como foi o caso da Agroceres PIC, a Semesa e a Seghers. Além de introduzir no Brasil animais com alta capacidade de carne magra, também foi disseminado o conceito do uso de suíno híbrido, objetivando, principalmente, a melhoria da eficiência reprodutiva em relação ao tradicional uso das raças puras.

A produção nacional de suínos esteve praticamente estagnada nos anos 80, mas foi neste período que se consolidaram importantes fundamentos que se constituíram na base para o que hoje é a suinocultura brasileira:

– foram disseminados os conceitos adequados de instalações, exigências nutricionais e manejo dos suínos geneticamente melhorados, que já tinham se tornado uma realidade nas melhores granjas;

– consolidou-se o uso de matrizes suínas cruzadas em praticamente toda a suinocultura tecnificada brasileira, proporcionando grandes ganhos de produtividade. Para ter-se uma idéia da situação daquela época, uma matriz cruzada sequer era passível de receber registro genealógico (pela ABCS e Ministério da Agricultura) e, portanto, segundo as normas vigentes, não era um produto reconhecido para reprodução. Foi neste período que este paradigma foi quebrado;

– ocorreu uma verdadeira revolução nos fundamentos da biossegurança que deve reger os sistemas de produção, partindo-se de conceitos predominantemente clínicos e curativos para os conceitos de prevenção, a grande maioria deles ainda hoje perfeitamente válidos;

– as empresas especializadas em nutrição passaram a detectar com mais clareza as necessidades diferenciadas destes suínos melhorados e viram nisto uma oportunidade para seus negócios. E, como decorrência, houve neste período o aparecimento de um grande número de empresas especializadas no fornecimento de suplementos vitamínicos e minerais, bem como de serviços associados a este tipo de negócio;

– já no final dos anos 80, a Agroceres PIC inovou lançando as primeiras linhas de machos cruzados especializados, obtidos de linhas distintas das linhas maternas e selecionados para alta eficiência de crescimento em carne magra e conformação. Esta foi outra quebra de paradigma no mercado, visto que até então os machos terminadores eram de linhas genética puras e geralmente oriundos das mesmas linhas destinadas à produção das matrizes comerciais”.

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